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	<title>Arquivos ESG - Walk4Good</title>
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	<description>Somos uma consultoria especializada em aconselhamento estratégico em ESG e sustentabilidade</description>
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	<title>Arquivos ESG - Walk4Good</title>
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		<title>Mais liberdade, mesma responsabilidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[robertabenamor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 15:03:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[CVM]]></category>
		<category><![CDATA[ESG]]></category>
		<category><![CDATA[Relatório Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Sam Maryama, diretor da Walk4Good A Comissão de Valores Mobiliários publicou em maio a Resolução CVM 244 e reacendeu um debate que já vinha se desenhando há algum tempo no mercado: o Brasil estava pronto para tornar obrigatória a adoção dos padrões internacionais IFRS S1 e S2? A resposta, por enquanto, é não. A nova [&#8230;]</p>
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<p>Por Sam Maryama, diretor da Walk4Good</p>
<p class="x_MsoNormal"><span data-olk-copy-source="MessageBody">A Comissão de Valores Mobiliários publicou em </span><span>maio</span><span> a Resolução CVM 244 e reacendeu um debate que já vinha se desenhando há algum tempo no mercado: o Brasil estava pronto para tornar obrigatória a adoção dos padrões internacionais IFRS S1 e S2? A resposta, por enquanto, é não. A nova resolução substituiu a obrigatoriedade por um modelo chamado &#8220;Pratique ou Explique&#8221;, que dá às companhias abertas a possibilidade de adotar os padrões, mas também de comunicar ao mercado as razões pelas quais ainda não o fizeram. É uma mudança significativa, e ela tem uma justificativa legítima: implementar esses padrões exige dados consistentes, estruturas de governança maduras e integração entre áreas que, na maior parte das empresas brasileiras, ainda estão em construção.</span></p>
</div>
<div>
<p class="x_MsoNormal"><span>Para quem não está familiarizado com o tema, vale um passo atrás. Os padrões IFRS S1 e S2 foram desenvolvidos pelo ISSB, o conselho internacional que cuida dos padrões de sustentabilidade para o mercado de capitais. O objetivo deles é conectar os riscos e oportunidades socioambientais de uma empresa ao seu desempenho financeiro, de forma estruturada e comparável. Em termos práticos, isso significa responder a perguntas como: quais riscos climáticos afetam o nosso negócio? Como eles se traduzem em impactos financeiros? Eles estão incorporados à nossa estratégia? São informações que investidores, bancos e seguradoras cada vez mais querem ter antes de tomar decisões.</span></p>
</div>
<div>
<p class="x_MsoNormal"><span>E é aí que está o ponto central. A flexibilização regulatória não mudou o que o mercado demanda. Riscos climáticos continuam afetando cadeias de suprimento, condições de crédito e acesso a capital. A pressão por transparência sobre como as empresas gerenciam esses riscos não veio apenas da CVM e não desaparece com uma resolução. Ela vem de quem financia, de quem assegura e de quem investe. O que muda, na prática, é que as empresas agora precisam tomar uma decisão estratégica com nome e sobrenome: adotar os padrões ou explicar publicamente por que não o farão, e com qual argumento.</span></p>
</div>
<div>
<p class="x_MsoNormal"><span>Para a Walk4Good, esse novo cenário traz uma reflexão importante. Empresas que já vêm estruturando sua governança, organizando seus dados e entendendo como os riscos socioambientais afetam seus negócios têm muito mais condições de responder bem a essa exigência, seja adotando os padrões, seja justificando sua decisão com consistência. A resolução dá mais espaço para esse processo acontecer. E esse espaço, bem aproveitado, pode ser o ponto de partida para uma gestão de sustentabilidade mais sólida e mais conectada à realidade de cada organização.</span></p>
</div>
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		<title>Sustentabilidade sob pressão: o que muda para os negócios 2026</title>
		<link>https://walk4good.com.br/sustentabilidade-sob-pressao-o-que-muda-para-os-negocios-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[robertabenamor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 12:48:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[ESG]]></category>
		<category><![CDATA[Geopolítica]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[transição energética]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>por Sam Maryama, diretor na Walk4Good &#124; sam.maryama@walk4good.net O ano de 2026 está direcionando decisões globais e pode marcar uma virada decisiva na agenda local de sustentabilidade. Conflito que envolve EUA e Irã, guerra entre Rússia e Ucrânia, alta no preço do petróleo, aplicação de tarifas no comércio internacional e acordo comercial entre Mercosul e União Europeia entram na [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://walk4good.com.br/sustentabilidade-sob-pressao-o-que-muda-para-os-negocios-2026/">Sustentabilidade sob pressão: o que muda para os negócios 2026</a> apareceu primeiro em <a href="https://walk4good.com.br">Walk4Good</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>por <strong>Sam Maryama,</strong> diretor na Walk4Good | sam.maryama@walk4good.net</p>
<p>O ano de 2026 está direcionando <strong>decisões globais </strong>e pode marcar uma <strong>virada decisiva na agenda local</strong> de sustentabilidade.</p>
<p>Conflito que envolve EUA e Irã, guerra entre Rússia e Ucrânia, alta no preço do petróleo, aplicação de tarifas no comércio internacional e acordo comercial entre Mercosul e União Europeia entram na pauta estratégica dos negócios. No Brasil, as eleições deste ano podem redefinir a agenda de sustentabilidade conforme a visão do novo governo que assumir em 2027.</p>
<p>Em um cenário moldado por intensas transformações geopolíticas, mudanças climáticas e avanços tecnológicos, empresas e governos são pressionados a responder com soluções concretas, integradas e inovadoras. E quem está na operação diária tenta manter <strong>execução estratégica, métricas robustas e impacto</strong>.</p>
<p>A incorporação de dados climáticos à estratégia empresarial tem crescido, impulsionada pela intensificação de eventos extremos em todo o mundo. Esse cenário acelera a atuação de governos, ONGs e empresas na criação de regulamentações que promovam mitigação e adaptação das cidades, florestas e demais áreas públicas e privadas. Ao mesmo tempo, mais pessoas compreendem como as causas e os impactos da crise climática afetam seu cotidiano, e essa conscientização tem estimulado mudanças de comportamento entre aqueles com maior poder de escolha e engajamento.</p>
<p>De acordo com a pesquisa da <strong><em><a href="https://www.pwc.com/gx/en/issues/c-suite-insights/voice-of-the-consumer-survey/2024.html">PwC Voice of the Consumer Survey 2024</a></em></strong><em>, </em>mais de 80% dos consumidores estão dispostos a pagar um valor adicional por produtos sustentáveis, mesmo em um cenário de instabilidade econômica. Esse movimento se reflete no aumento consistente dos investimentos empresariais.</p>
<p>Dados da <strong><em><a href="https://www.iea.org/">International Energy Agency </a></em></strong>demonstram que empresas com processos totalmente digitalizados podem reduzir o consumo de energia em até 28% quando comparadas àquelas que operam com modelos híbridos.</p>
<p>No contexto brasileiro, o estudo <strong><em>Panorama ESG 2025</em></strong>, da PwC, reforça essa tendência: 78% das organizações pretendem ampliar suas iniciativas sustentáveis até 2027, impulsionadas principalmente por exigências regulatórias, fortalecimento da cultura interna e pressão crescente de consumidores e demais stakeholders.</p>
<h2><strong>Confira 4 tendências em Sustentabilidade:</strong></h2>
<ol>
<li><strong> Transparência e rastreabilidade ao longo da cadeia de valor</strong></li>
</ol>
<p>Com stakeholders mais atentos e regulações mais rigorosas, a rastreabilidade se torna um elemento central da estratégia corporativa. Demonstrar origem, impactos e riscos em toda a cadeia produtiva, incluindo emissões indiretas, deixa de ser opcional.</p>
<p>Ferramentas digitais fortalecem a gestão de dados, ampliam a confiança do consumidor e reduzem vulnerabilidades reputacionais, especialmente em cadeias globais complexas.</p>
<ol start="2">
<li><strong> O destaque do pilar social no ESG</strong></li>
</ol>
<p>Embora o componente ambiental tenha dominado a agenda nos últimos anos, 2026 coloca em pauta o “S” do ESG. Temas como direitos humanos, pessoas refugiadas, fome, saúde e segurança entram no centro das discussões.</p>
<ol start="3">
<li><strong> Biodiversidade </strong></li>
</ol>
<p>A sustentabilidade corporativa evolui para uma abordagem sistêmica, incorporando biodiversidade e saúde dos ecossistemas como variáveis estratégicas. Empresas líderes passam a mapear dependências ecológicas, riscos relacionados à natureza e impactos sobre o capital natural.</p>
<p>Frameworks como o TNFD* ganham relevância, orientando decisões de investimento, gestão de riscos e estratégias de restauração ambiental.</p>
<ol start="4">
<li><strong> Sustentabilidade como motor de valor econômico</strong></li>
</ol>
<p>Cada vez mais, sustentabilidade e desempenho financeiro caminham juntos. Empresas conectam metas ESG a riscos e oportunidades, indicadores econômicos, remuneração executiva e retorno sobre investimento, reforçando a sustentabilidade como vetor de resiliência e vantagem competitiva. O avanço das finanças sustentáveis e dos produtos financeiros verdes reforça esse movimento, amplia o acesso a capital e reduz o custo do financiamento.</p>
<h2><strong>Um novo capítulo para empresas, governos e sociedade</strong></h2>
<p>Diante de um planeta em transformação e mercados cada vez mais rigorosos, a sustentabilidade deixou de ser um diferencial para se tornar o núcleo da estratégia corporativa. A combinação de tecnologia, transparência e foco em resultados definirá os líderes capazes de navegar pelas incertezas de 2026, transformando compromissos em valor real. Afinal, o sucesso futuro não depende apenas do que as organizações entregam, mas da integridade com que operam para garantir a viabilidade dos negócios e o bem-estar da sociedade.</p>
<p><em>*A Força-Tarefa sobre Divulgação de Informações Financeiras Relacionadas à Natureza (</em><a href="https://tnfd.global/"><em>TNFD</em></a><em>) desenvolveu um conjunto de recomendações e orientações de divulgação que incentivam e permitem que empresas e o setor financeiro avaliem, relatem e atuem sobre as interdependências, impactos, riscos e oportunidades relacionados à natureza.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
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