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	<title>Arquivos Amazônia - Walk4Good</title>
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	<title>Arquivos Amazônia - Walk4Good</title>
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		<title>Amazônida, com muito orgulho!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[robertabenamor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Nov 2025 16:23:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Por Patrícia Kishimoto Quando alguém tem a oportunidade de conversar com quem é da Amazônia, logo percebe uma fala empolgada, cheia de amor e orgulho. Empolgada porque não é sempre que nos dão espaço para falar desse pedaço de Brasil que o próprio brasileiro desconhece. Cheia de amor e orgulho, porque queremos que todos conheçam [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Patrícia Kishimoto</em></p>
<p>Quando alguém tem a oportunidade de conversar com quem é da Amazônia, logo percebe uma fala empolgada, cheia de amor e orgulho. Empolgada porque não é sempre que nos dão espaço para falar desse pedaço de Brasil que o próprio brasileiro desconhece. Cheia de amor e orgulho, porque queremos que todos conheçam nossas tradições, cultura e o modo de viver do amazônida.</p>
<p>Por isso, a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30) tem sido uma ótima vitrine para o Pará e o Amazonas. Os estados hoje funcionam como principais portas de entrada para a Amazônia e já percebem um movimento diferente.</p>
<p>De acordo com levantamento do Ministério do Turismo, em parceria com a Embratur e a Polícia Federal, o Pará recebeu 10.659 turistas estrangeiros nos cinco primeiros meses de 2025, um aumento de 27% em relação ao mesmo período de 2024, quando o estado contabilizou 8.388 visitantes. Já o Amazonas registrou 14.653 turistas internacionais, frente a 12.347 no ano anterior, o que representa um crescimento de 18,7%.</p>
<p>Polêmicas à parte sobre a estrutura de Belém para receber um evento desse calibre e os preços superinflados, a COP30 é uma oportunidade para que brasileiros e estrangeiros façam uma breve imersão na cultura regional, conheçam e apreciem pratos como o autêntico tacacá. De origem indígena, a iguaria é servida em uma cuia e produzida a partir de dois derivados da mandioca – caldo de tucupi e goma de tapioca -, camarão seco e jambu, uma erva que causa uma leve dormência na boca, consumido geralmente no final da tarde e preparado com maestria pelas “tacacazeiras”. É uma tradição cultural paraense e reproduzida em toda a Região Norte, cada estado com sua própria receita, mas sempre respeitando a base de preparo.</p>
<p>Será uma chance também de provar o verdadeiro açaí, alimento que ganhou popularidade nos últimos anos no restante do Brasil e do mundo por suas propriedades nutritivas. O Pará é o principal produtor, responsável por mais de 90% da produção mundial. Seu cultivo está concentrado em pequenos municípios como Igarapé-Miri, Cametá e Abaetetuba e é importante para a geração de emprego, renda e economia local em comunidades rurais, que também funcionam como guardiãs da floresta e são as mais afetadas, ou as primeiras a sentirem na pele, as mudanças climáticas.</p>
<p>Quem conseguir sair um pouco de Belém e visitar comunidades ribeirinhas, quilombolas e tantas outras, conhecerá um modo de vida simples, sem muitas das comodidades das grandes cidades, desafiante em diversos momentos, mas extremamente rico em saberes adquiridos da observação, da vivência diária com a floresta. Povos que são importantes para manter a Amazônia viva, em pé, mas sempre ficam de fora das grandes discussões e das decisões sobre essa mesma Amazônia.</p>
<p>Sendo assim, a COP30 transcende a importância de ser apenas um palco de discussões climáticas globais, configurando-se como uma vitrine crucial para a Amazônia, que se abre ao Brasil e ao mundo. A conferência não só impulsiona o turismo e a economia local, como oferece uma imersão cultural rica. É uma oportunidade ímpar para valorizar a voz, a cultura e o modo de vida do amazônida, essenciais para a conservação da maior biodiversidade do mundo, garantindo que suas tradições e o papel vital dessas comunidades na luta contra as mudanças climáticas ganhem o merecido destaque e participação nas decisões futuras.</p>
<p><em>Patrícia Kishimoto é analista de comunicação sênior na Imagem Corporativa. Jornalista formada pela Universidade Federal do Amazonas, cresceu e viveu em Manaus por mais de 20 anos, para onde viaja anualmente para renovar sua conexão com a Amazônia. </em></p>
<p><em> </em></p>
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		<title>Casa Brasil é lançada em Belém com foco em negócios sustentáveis na COP30</title>
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		<dc:creator><![CDATA[robertabenamor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Nov 2025 19:07:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agenda Climática]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Evento marca início da agenda oficial do Sebrae Nacional e reforça o papel das empresas brasileiras na transição verde; Ciro Dias Reis, CEO da Imagem Corporativa, destacou a importância da comunicação estratégica para o posicionamento global do Brasil Belém (PA) – A inauguração da Casa Brasil Belém 2025, realizada nesta quarta-feira (5), marcou oficialmente o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Evento marca início da agenda oficial do Sebrae Nacional e reforça o papel das empresas brasileiras na transição verde; Ciro Dias Reis, CEO da Imagem Corporativa, destacou a importância da comunicação estratégica para o posicionamento global do Brasil</em></p>
<p>Belém (PA) – A inauguração da Casa Brasil Belém 2025, realizada nesta quarta-feira (5), marcou oficialmente o início da programação do Sebrae na COP30. O espaço, apresentado pelo Sebrae Pará e instalado na capital paraense, consolida-se como vitrine do país para o mundo, reunindo experiências, produtos e iniciativas que expressam o potencial econômico e sustentável do Brasil.</p>
<p>Durante a cerimônia, o presidente do Sebrae Nacional, Décio Lima, afirmou que o Brasil chega à COP30 com a força de quem aposta na inovação e nos pequenos negócios como eixo da transição verde e inclusiva. “O Sebrae está aqui para mostrar que o Brasil tem no pequeno negócio o maior aliado na construção de um futuro sustentável”, disse. Ao lado dele estavam o ministro do Turismo, Celso Sabino, e o superintendente do Sebrae Pará, Rubens Magno, que destacaram o impacto do turismo e da economia criativa na geração de empregos e renda.</p>
<p>Entre os convidados, o CEO da Imagem Corporativa, <a href="https://www.linkedin.com/in/cirodiasreis/">Ciro Dias Reis,</a> ressaltou o papel da comunicação corporativa e institucional na consolidação da imagem do Brasil como potência sustentável. “A presença do Brasil na COP30 é também uma oportunidade de fortalecer sua reputação global. O mundo quer ouvir histórias de inovação, de empresas que unem propósito e resultado e o Sebrae está abrindo esse caminho na Amazônia”, afirmou.</p>
<p>Com 2,5 mil metros quadrados, a Casa Brasil é um dos espaços mais esperados da conferência e será aberta ao público a partir desta quinta-feira (6). A estrutura foi pensada para oferecer experiências imersivas, exposições e painéis sobre transição energética, bioeconomia, empreendedorismo e turismo sustentável. O ambiente é também um palco para rodadas de negócios e parcerias entre empresas, investidores e governos.</p>
<p>O lançamento da Casa Brasil ocorre em um momento simbólico para o país, que busca reafirmar seu protagonismo na economia verde. Além do espaço principal, o Sebrae inaugurou a En-Zone, hub de 4,6 mil m² dedicado à bioeconomia e ao empreendedorismo sustentável, com restaurantes, lojas e espaços de convivência que valorizam a produção amazônica.</p>
<div id="attachment_2117" style="width: 1034px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-2117" class="wp-image-2117 size-large" src="https://walk4good.com.br/wp-content/uploads/2025/11/CASA-BRASIL-SEBRAE2-1024x576.jpeg" alt="" width="1024" height="576" srcset="https://walk4good.com.br/wp-content/uploads/2025/11/CASA-BRASIL-SEBRAE2-1024x576.jpeg 1024w, https://walk4good.com.br/wp-content/uploads/2025/11/CASA-BRASIL-SEBRAE2-300x169.jpeg 300w, https://walk4good.com.br/wp-content/uploads/2025/11/CASA-BRASIL-SEBRAE2-768x432.jpeg 768w, https://walk4good.com.br/wp-content/uploads/2025/11/CASA-BRASIL-SEBRAE2-1536x864.jpeg 1536w, https://walk4good.com.br/wp-content/uploads/2025/11/CASA-BRASIL-SEBRAE2-545x307.jpeg 545w, https://walk4good.com.br/wp-content/uploads/2025/11/CASA-BRASIL-SEBRAE2-660x371.jpeg 660w, https://walk4good.com.br/wp-content/uploads/2025/11/CASA-BRASIL-SEBRAE2.jpeg 1600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-2117" class="wp-caption-text">Ciro Dias na Casa Brasil</p></div>
<p>Segundo Ciro Dias Reis, o fortalecimento da presença brasileira em eventos internacionais exige coerência entre discurso e prática. “Não basta apenas participar das discussões climáticas é preciso comunicar resultados, mostrar que sustentabilidade é um ativo real da nossa economia. A Casa Brasil é um exemplo de branding de país bem executado”, observou.</p>
<p>A<a href="https://sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/cop30"> programação</a> do Sebrae durante a COP30 se estende até o dia 21 de novembro, com atividades na Green Zone, painéis temáticos, encontros bilaterais e o estande imersivo de 400 m², que promete ser um dos pontos de destaque da conferência.</p>
<p>Mais do que uma instalação temporária, a Casa Brasil se afirma como símbolo da nova diplomacia econômica do país: colaborativa, inovadora e orientada por propósito. Um espaço em que o Brasil se apresenta não apenas como detentor de uma das maiores biodiversidades do planeta, mas também como marca global de sustentabilidade, empreendedorismo e comunicação estratégica.</p>
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		<title>Delícias do Bosque leva saberes da periferia de Belém à COP30</title>
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		<dc:creator><![CDATA[robertabenamor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Nov 2025 18:54:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COP 30]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Delícias do Bosque, empreendimento familiar da periferia de Belém, foi selecionado pelo Prato Firmeza Amazônia para operar na COP30. À frente da cozinha está Ana Maria Amador Batista, que transformou a trajetória de trabalhadora doméstica em um negócio que preserva técnicas e ingredientes tradicionais. Ela relata mudanças na base da cadeia alimentar local, como [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Delícias do Bosque, empreendimento familiar da periferia de Belém, foi selecionado pelo Prato Firmeza Amazônia para operar na COP30. À frente da cozinha está Ana Maria Amador Batista, que transformou a trajetória de trabalhadora doméstica em um negócio que preserva técnicas e ingredientes tradicionais. Ela relata mudanças na base da cadeia alimentar local, como camarão e peixes mais escassos em determinadas épocas e conecta esse cotidiano às pressões climáticas que afetam renda, abastecimento e segurança alimentar.</p>
<p>Na operação do evento, o responsável pelo planejamento é Eduardo do Espírito Santo Cravo, marido de Ana Maria. Ele estruturou um cardápio de alta rotatividade e baixo desperdício, com destaque para o frito do vaqueiro, receita marajoara concebida historicamente para conservar carne em ambientes sem refrigeração. Outra opção muito conhecida é o peixe frito e açaí. A meta é atender de 1.000 a 1.500 pedidos diários, mantendo padrão sanitário e constância de fornecimento. Para Eduardo, escalar produção sem descaracterizar o preparo é parte do desafio logístico e um ponto central para que cozinhas de base territorial que participem de grandes eventos.</p>
<p>A ponte com a COP30 foi construída pelo Prato Firmeza Amazônia. Segundo Jéssica Mota, coordenadora do projeto, a curadoria busca visibilidade para negócios que conectam comida, território e clima. Ela avalia que o debate oficial ainda incorpora de forma limitada a relação entre alimentação e emissões, enquanto soluções de baixa emissão e regenerativas já existem em cozinhas familiares, quintais agroflorestais e cadeias curtas de abastecimento. O caso do Delícias do Bosque, afirma Jéssica, ilustra como empreendimentos populares podem gerar renda e, ao mesmo tempo, fortalecer práticas alimentares que dependem da floresta em pé.</p>
<p>O Prato Firmeza Amazônia, iniciativa da Énois, foi a ponte. O projeto não é um catálogo de restaurantes. É uma política pública não institucionalizada que mapeia, forma, comunica e projeta empreendedores da comida que nasce das comunidades tradicionais e periferias. Ao conectar comunicação comunitária, soberania alimentar e justiça climática, oferece argumento e método para o que a FAO reconhece como sistemas alimentares resilientes: diversidade de cultivos, manejo tradicional, respeito aos ciclos, uso integral de ingredientes, economia de proximidade. “Sem justiça alimentar, não há justiça climática”, repete a equipe do Prato Firmeza como quem devolve a centralidade a quem planta, pesca, colhe e cozinha. Quando a COP proíbe tucupi, maniçoba e açaí de certos espaços, o recado é duro: a modernidade ainda tem dificuldade em aceitar que a solução está no quintal de quem sempre alimentou a cidade. A resposta, então, é persistir. É cozinhar e explicar, com paciência, por que certas técnicas são ciência, por que certos rituais são saúde, por que alguns pratos preservam rios e pessoas.</p>
<p>A presença do Delícias do Bosque na conferência consolida duas agendas: inclusão econômica de produtores periféricos e reconhecimento de técnicas tradicionais como parte da resposta climática. Para Ana Maria e Eduardo, levar um prato de origem quilombola ao público internacional é oportunidade de negócio e de afirmação cultural, já para a curadoria do Prato Firmeza, é um exemplo prático de transição alimentar justa em um dos territórios mais estratégicos do planeta.</p>
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		<title>A um mês da COP30, Brasil busca resgatar imagem do evento</title>
		<link>https://walk4good.com.br/a-um-mes-da-cop30-brasil-busca-resgatar-imagem-do-evento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[robertabenamor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Oct 2025 19:55:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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		<category><![CDATA[clima]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Refluxo dos EUA sob Trump e repercussão negativa dos preços de hospedagem dão lugar a pautas mais positivas em setembro Alessandro Janoni, Diretor de Pesquisas e Tendências da IC Entre janeiro e julho deste ano, menções à COP30 em plataformas digitais brasileiras variaram de 11 mil a 21 mil ocorrências por mês. Em agosto, esse [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Refluxo dos EUA sob Trump e repercussão negativa dos preços de hospedagem dão lugar a pautas mais positivas em setembro</em></p>
<p><strong><em> Alessandro Janoni, </em></strong>Diretor de Pesquisas e Tendências da IC</p>
<p>Entre janeiro e julho deste ano, menções à COP30 em plataformas digitais brasileiras variaram de 11 mil a 21 mil ocorrências por mês. Em agosto, esse número quase triplicou – alcançou aproximadamente 54 mil menções contra 20 mil do mês anterior. O motivo foi a repercussão negativa dos preços das hospedagens em Belém, cidade-sede da Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas em 2025.</p>
<p><img decoding="async" class="alignleft wp-image-2100 size-full" src="https://walk4good.com.br/wp-content/uploads/2025/10/COP30-BRASIL_-IC_01-1.jpeg" alt="" width="826" height="372" srcset="https://walk4good.com.br/wp-content/uploads/2025/10/COP30-BRASIL_-IC_01-1.jpeg 826w, https://walk4good.com.br/wp-content/uploads/2025/10/COP30-BRASIL_-IC_01-1-300x135.jpeg 300w, https://walk4good.com.br/wp-content/uploads/2025/10/COP30-BRASIL_-IC_01-1-768x346.jpeg 768w, https://walk4good.com.br/wp-content/uploads/2025/10/COP30-BRASIL_-IC_01-1-545x245.jpeg 545w, https://walk4good.com.br/wp-content/uploads/2025/10/COP30-BRASIL_-IC_01-1-660x297.jpeg 660w" sizes="(max-width: 826px) 100vw, 826px" /></p>
<p>Pesquisa da I<a href="https://iccom.com.br/">magem Corporativa,</a> que rastreou entre janeiro e setembro deste ano, quase 187 mil menções ao evento em sites de conteúdo noticioso e redes sociais no Brasil mostra que a crise teve impacto importante sobre o que se falou do evento em agosto – o Tone of Voice, que mede o saldo de imagem positiva da COP30 caiu de 118 pontos em julho para 92 pontos no mês seguinte. O índice, que varia de zero (extremo negativo) a 200 (extremo positivo), nunca tinha ficado abaixo dos 100 pontos, fenômeno que indica conteúdo predominantemente negativo.</p>
<p><img decoding="async" class="alignright wp-image-2094 size-full" src="https://walk4good.com.br/wp-content/uploads/2025/10/COP30-BRASIL_-IC_02.jpeg" alt="" width="819" height="361" srcset="https://walk4good.com.br/wp-content/uploads/2025/10/COP30-BRASIL_-IC_02.jpeg 819w, https://walk4good.com.br/wp-content/uploads/2025/10/COP30-BRASIL_-IC_02-300x132.jpeg 300w, https://walk4good.com.br/wp-content/uploads/2025/10/COP30-BRASIL_-IC_02-768x339.jpeg 768w, https://walk4good.com.br/wp-content/uploads/2025/10/COP30-BRASIL_-IC_02-545x240.jpeg 545w, https://walk4good.com.br/wp-content/uploads/2025/10/COP30-BRASIL_-IC_02-660x291.jpeg 660w" sizes="(max-width: 819px) 100vw, 819px" /></p>
<p>Em setembro, no entanto, o escore voltou a subir – foi para 122 pontos em meio à exposição que o governo promoveu da COP ao incluí-la como um dos eixos temáticos nas comemorações do dia da independência, além da divulgação de pautas positivas como facilidades na emissão de vistos dos participantes e estratégias de segurança pública para Belém durante o evento.</p>
<p>Mas as polêmicas sobre a infraestrutura de Belém não dominaram majoritariamente a exposição do evento nas plataformas digitais. Se na pesquisa anterior da Imagem Corporativa, que cobria o primeiro trimestre do ano, as pautas ambientais lideravam com participação de 34%, nos últimos seis meses, no entanto, acordos e tratados assumiram a ponta, com 38% (era 30% no primeiro trimestre). Subtemas correlacionados ao meio ambiente perderam sete pontos percentuais de participação no mesmo espaço de tempo (ficam agora com 27%).</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-2095 size-full" src="https://walk4good.com.br/wp-content/uploads/2025/10/COP30-BRASIL_-IC_03.jpeg.png" alt="" width="521" height="263" srcset="https://walk4good.com.br/wp-content/uploads/2025/10/COP30-BRASIL_-IC_03.jpeg.png 521w, https://walk4good.com.br/wp-content/uploads/2025/10/COP30-BRASIL_-IC_03.jpeg-300x151.png 300w" sizes="auto, (max-width: 521px) 100vw, 521px" /></p>
<p>O resultado tem correlação com reflexos do governo Trump sobre o evento, especialmente a saída dos EUA do acordo de Paris, cortes de financiamento a programas de preservação e a reação dos BRICS ao tarifaço comercial do norte americano.</p>
<p>O dado é muito parecido com o obtido pelo rastreamento da cobertura da imprensa estrangeira feito pelo Grady College da Universidade da Georgia. No complemento do primeiro estudo, realizado em parceria com a IC e divulgado em março, percebe-se, na evolução dos últimos seis meses, picos de associação da COP30 às ações da nova gestão de Trump, principalmente em julho.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-2096 size-full" src="https://walk4good.com.br/wp-content/uploads/2025/10/COP30-BRASIL_-IC_04.jpeg" alt="" width="769" height="404" srcset="https://walk4good.com.br/wp-content/uploads/2025/10/COP30-BRASIL_-IC_04.jpeg 769w, https://walk4good.com.br/wp-content/uploads/2025/10/COP30-BRASIL_-IC_04-300x158.jpeg 300w, https://walk4good.com.br/wp-content/uploads/2025/10/COP30-BRASIL_-IC_04-545x286.jpeg 545w, https://walk4good.com.br/wp-content/uploads/2025/10/COP30-BRASIL_-IC_04-660x347.jpeg 660w" sizes="auto, (max-width: 769px) 100vw, 769px" /></p>
<p>Não à toa, nesse mesmo espaço de tempo, os EUA passaram a figurar como o segundo país mais citado em associação ao evento, só atrás do anfitrião Brasil. Em conteúdo, é o que apresenta proporcionalmente mais referências negativas.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-2097 size-full" src="https://walk4good.com.br/wp-content/uploads/2025/10/COP30-BRASIL_-IC_05.jpeg" alt="" width="654" height="333" srcset="https://walk4good.com.br/wp-content/uploads/2025/10/COP30-BRASIL_-IC_05.jpeg 654w, https://walk4good.com.br/wp-content/uploads/2025/10/COP30-BRASIL_-IC_05-300x153.jpeg 300w, https://walk4good.com.br/wp-content/uploads/2025/10/COP30-BRASIL_-IC_05-545x278.jpeg 545w" sizes="auto, (max-width: 654px) 100vw, 654px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Impacto sobre governo do Pará tem saldo positivo</strong></h2>
<p>Quando se observa a exposição do Governador do Pará, Helder Barbalho (MDB), em associação à COP30, percebe-se impacto expressivo do evento sobre a cobertura da gestão, tanto em termos quantitativos como qualitativos.</p>
<p>No ranking geral de exposição dos governadores, elaborado pela Imagem Corporativa de janeiro a setembro deste ano, o emedebista é o décimo segundo colocado dentre os 27 mandatários estaduais, com aproximadamente 2% de Share of Voice. Ao se filtrar os dados relativos ao evento da ONU, o paraense lidera com 51% e tem mediação técnica do jornalismo profissional (imprensa) em 90% dos casos. A COP aparece em mais de 40% das menções a Helder nas plataformas digitais do país.</p>
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<p>Sobre a qualidade do conteúdo, o evento tem impacto positivo de 20% sobre a imagem do governo paraense – quando associados, o índice de Tone of Voice do emedebista chega a 134 pontos, 23 pontos percentuais acima de sua média geral.</p>
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