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	<title>Arquivos COP 30 - Walk4Good</title>
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	<title>Arquivos COP 30 - Walk4Good</title>
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		<title>Ceticismo predomina na avaliação da imprensa europeia sobre a COP30 e seus desdobramentos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[robertabenamor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Nov 2025 12:38:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agenda Climática]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30) encerrou oficialmente na manhã de sábado (22), em Belém, após negociações que ultrapassaram o prazo oficial e se estenderam por mais de 30 horas. O resultado, um acordo que triplicou o financiamento para adaptação climática, mas excluiu qualquer menção aos combustíveis fósseis, provocou reações que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30) encerrou oficialmente na manhã de sábado (22), em Belém, após negociações que ultrapassaram o prazo oficial e se estenderam por mais de 30 horas. O resultado, um acordo que triplicou o financiamento para adaptação climática, mas excluiu qualquer menção aos combustíveis fósseis, provocou reações que variaram da frustração à resignação na imprensa europeia.</p>
<p>A cobertura dos mais influentes veículos do continente não apenas revelou diferentes análises sobre os resultados da conferência, mas também uma percepção compartilhada: o multilateralismo climático sobreviveu, embora a urgência da crise não tenha sido correspondida com ações à altura. Além disso, a forma como cada publicação abordou o evento expõe divisões culturais, políticas e até geográficas dentro da própria Europa.</p>
<p>A BBC e a Deutsche Welle lideraram o grupo de críticas mais contundentes, mas com estilos distintos. A BBC adotou um tom mais crítico com pitadas de ironia, fazendo uso do comentário “Ouch!” após relatar o desdém saudita à União Europeia, e escolheu uma foto que mostra André Corrêa do Lago sentado, visivelmente cercado e pressionado por delegados em postura de confronto. O subtítulo “Brasil: não foi sua melhor hora” deixa claro o julgamento do veículo britânico.</p>
<p>Mais do que criticar os resultados, a BBC questionou a própria validade do formato das COPs, sugerindo que é “uma ideia de consenso que vem de uma era diferente. Não estamos mais naquele mundo”. A emissora detalhou como a tentativa brasileira de usar o “mutirão”, uma discussão em grupo ao estilo brasileiro, “piorou as coisas”. Negociadores de países árabes se recusaram a se juntar a grupos com defensores da transição energética. A União Europeia recebeu um recado direto dos sauditas: “Fazemos política energética em nossa capital, não na sua.”</p>
<p>A Deutsche Welle manteve uma crítica vigorosa, porém com foco maior nas vozes dos próprios negociadores. A manchete “COP30 termina com mais faísca do que explosão” estabelece um tom de decepção, mas o veículo alemão dedicou ampla cobertura a críticas internas, especialmente do panamenho Juan Carlos Monterrey Gomez, que afirmou que “a COP e o sistema da ONU estão falhando com as pessoas em escala histórica”, acusando as indústrias responsáveis pela crise, como a de combustíveis fósseis e as que impulsionam o desmatamento.</p>
<p>A DW também destacou a divisão entre países ricos e pobres, ressaltando a acusação do enviado da Tanzânia de que africanos foram forçados a “trocar vidas” por financiamento climático: “Era como se dissessem: ‘Se vocês não aceitarem a eliminação gradual dos fósseis, não podemos triplicar a adaptação.’ Dissemos: ‘Não podemos aceitar isso.&#8217;”</p>
<p>O Corriere della Sera merece destaque por seu foco singular: enquanto outros veículos criticaram o processo ou os petro-Estados, o jornal italiano colocou a liderança europeia sob rigoroso escrutínio. O diagnóstico foi claro: “decisões modestas devido à falta de vontade política, objetivos climáticos distantes”. O Corriere deu amplo espaço a vozes italianas, destacando a acusação do deputado Angelo Bonelli, do partido verde italiano AVS, que responsabiliza nominalmente Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, como “co-responsável, junto com sauditas e Emirados Árabes, pelo fracasso da COP30”.</p>
<p>Bonelli ainda afirmou que o governo Meloni e “a direita global podem se considerar satisfeitos por terem contribuído para alinhar as posições da Europa às de Trump e Putin, que trabalharam para sabotar as políticas climáticas”. O jornal também destacou que a crise climática custa à Itália mais de 300 euros por habitante ao ano em danos. O Corriere deu voz ao WWF, que alertou: “títulos sonoros e grandes promessas não se traduziram em ações significativas”, e à Legambiente, que lamentou a “grande oportunidade perdida pela Europa”.</p>
<p>Le Monde e The Economist compartilham uma crítica mais literária e intelectualizada, sem o sarcasmo direto da BBC. O jornal francês construiu sua narrativa em torno da contradição entre o símbolo poderoso da Amazônia e a fraqueza do acordo, descrevendo o cenário como “um centro de convenções em chamas num mundo em superaquecimento”, privilegiando uma ironia poética. O diagnóstico é transparente: o acordo “salva o multilateralismo, mas negligencia a urgência climática”, lembrando que a conferência ocorre 10 anos após o Acordo de Paris, no mesmo ano em que o limite de 1,5°C foi ultrapassado pela primeira vez.</p>
<p>The Economist adotou uma abordagem mais literária e irônica, fazendo referência ao poema de T.S. Eliot para o título “COP30 termina com um suspiro”. A matéria começa com o Papa sendo “projetado” na conferência para alertar que “a criação está gritando”, seguida pelo incêndio no local, que o cientista Michael Mann chamou de “metáfora perturbadoramente apropriada”.</p>
<p>A revista britânica foi áspera na comparação com a COP28 de Dubai, lembrando que em 2023 o acordo havia sido aclamado como “raro sucesso do multilateralismo”, liderado por um petro-Estado. Dois anos depois, em Belém, “o texto não faz referência direta alguma aos combustíveis fósseis”, tornando o acordo um “fumaça” em sua ironia. The Economist destacou ainda o “resultado medíocre” e a ideia de que o sistema das COPs funciona porque os compromissos são voluntários, não exigindo nada concreto.</p>
<p>O Guardian e o Público adotaram posições intermediárias, oferecendo críticas vigorosas, mas reconhecendo também nuances de esperança e complexidade. O Guardian sintetizou a conferência em três palavras em seu título: “Fúria, confusão e gratidão”, refletindo a complexidade do evento. O veículo britânico focou em problemas processuais, incluindo a aprovação de textos pelo André Corrêa do Lago sem permitir manifestações das delegações, o que gerou protestos e interrupção da sessão plenária.</p>
<p>Ainda assim, o Guardian transmitiu a mensagem do enviado climático da ONU, Simon Stiell: “Não estou dizendo que estamos vencendo a luta climática. Mas estamos inegavelmente ainda nela, e estamos lutando de volta.” Uma crítica com esperança residual.</p>
<p>O Público português foi o mais explicitamente interrogativo com o título “Afinal, o acordo da COP30 é bom ou mau?”. O jornal apresentou os dois lados, destacando a criação do Mecanismo de Transição Justa e a ausência de roteiros sobre combustíveis fósseis e florestas. Também deu espaço a críticas sobre a falta de transparência e à forte controvérsia no plenário de encerramento, incluindo a oposição da delegada colombiana, que não aceita que a declaração final omita a causa da crise: “os combustíveis fósseis utilizados pelo capital”, qualificando qualquer omissão como “hipocrisia”. Apesar da crítica, o tom geral foi de perplexidade, não de condenação.</p>
<p>A Euronews seguiu uma estratégia diferente, funcionando como megafone para especialistas e ativistas, com menos análise própria. Destacou declarações de organizações como Oil Change International e Aliança Global das Energias Renováveis, adotando uma postura formalmente mais neutra, porém resultando em uma cobertura dura pelas vozes predominantemente críticas que escolheu amplificar.</p>
<p>O canal apontou que mais de 80 países, incluindo Alemanha, Reino Unido e Países Baixos, apoiaram um roteiro para eliminação gradual dos combustíveis fósseis, mas foram derrotados pela oposição de petro-Estados. Também observou um retrocesso em relação à COP28, quando quase 200 países concordaram com o abandono dos fósseis “de forma justa, ordenada e equitativa”.</p>
<p><strong>Cinco pontos de convergência na cobertura</strong></p>
<p>Apesar das diferenças de tom e abordagem, há consenso claro em cinco pontos na imprensa europeia:</p>
<ul>
<li>Vitória dos petro-Estados: Arábia Saudita, Rússia e aliados bloquearam menções aos combustíveis fósseis. The Economist informou que as “ameaças repetidas” do Reino Unido, União Europeia e Estados insulares do Pacífico de não aceitar acordo sem menção aos fósseis “não funcionaram”.</li>
<li>Insuficiência do acordo: Nenhum veículo considerou o resultado compatível com a urgência climática. The Economist foi explícito ao afirmar que a conferência reconheceu a necessidade de mais ação, mas “falhou em fornecê-la”.</li>
<li>Multilateralismo preservado, embora enfraquecido: Várias publicações ressaltaram que pelo menos não houve retrocesso.</li>
<li>Descompasso temporal crítico: Muitos destacaram que a COP30 ocorreu 10 anos após Paris e no ano em que o limite 1,5°C foi ultrapassado. The Economist lembrou que o relatório “Emissions Gap” da ONU, divulgado duas semanas antes, confirma que o aumento nas emissões provavelmente levará ao aumento da temperatura além de 1,5°C “em breve: provavelmente nos próximos cinco anos”.</li>
<li>Incêndio como metáfora: Diversos veículos citaram o incêndio no pavilhão da COP30 como símbolo perturbador do fracasso climático.</li>
</ul>
<p>A comparação revela que a imprensa europeia mantém a crise climática como tema central, dedicando recursos e análises sofisticados à COP30, embora revelando frustração com a própria Europa: a União Europeia chegou a Belém com a intenção de liderar a questão dos combustíveis fósseis e saiu de mãos vazias.</p>
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		<item>
		<title>Brasil e França impulsionam coalizão global contra desinformação climática</title>
		<link>https://walk4good.com.br/brasil-e-franca-impulsionam-coalizao-global-contra-desinformacao-climatica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[robertabenamor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Nov 2025 13:00:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agenda Climática]]></category>
		<category><![CDATA[COP 30]]></category>
		<category><![CDATA[agenda climática]]></category>
		<category><![CDATA[Belém]]></category>
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		<category><![CDATA[desinformação]]></category>
		<category><![CDATA[fake news]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Brasil e França lançam, na COP30, uma iniciativa inédita para combater a desinformação climática, fortalecendo a integridade da informação, o jornalismo investigativo e a inclusão do tema na agenda oficial das negociações globais.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="font-claude-response-body whitespace-normal break-words">Na conferência realizada em Belém, Brasil e França protagonizam uma iniciativa inédita para enfrentar a proliferação de <em>fake news</em> sobre as mudanças climáticas, com foco em fortalecer a integridade da informação e proteger o jornalismo investigativo.</p>
<p class="font-claude-response-body whitespace-normal break-words">Por meio da Iniciativa Global para a Integridade da Informação sobre a Mudança do Clima, os dois países buscam centralizar o debate sobre desinformação climática nas negociações internacionais. A coalizão conta com apoio da ONU, da UNESCO e de outros governos, propondo soluções concretas para mitigar táticas como o negacionismo e o greenwashing.</p>
<p class="font-claude-response-body whitespace-normal break-words">A relevância da iniciativa é reforçada pelo fato de que, pela primeira vez, o tema da integridade informacional entra oficialmente na Agenda de Ação do encontro, algo considerado inovador na diplomacia climática.</p>
<p class="font-claude-response-heading text-text-100 mt-1 -mb-0.5">Declaração global e compromisso multilateral</p>
<p class="font-claude-response-body whitespace-normal break-words">Durante a conferência, foi assinada uma Declaração sobre Integridade da Informação Climática, que reúne compromissos de diferentes nações em três níveis: internacional, nacional e local.</p>
<p class="font-claude-response-body whitespace-normal break-words">Até agora, países como Brasil, França, Canadá, Chile, Dinamarca, Alemanha, Espanha, Suécia e Uruguai já aderiram ao documento, demonstrando força política para transformar a luta contra a desinformação em uma agenda climática estratégica.</p>
<p class="font-claude-response-body whitespace-normal break-words">A coalizão lançou um chamado à ação, sob a forma de um mutirão global, para apoiar projetos baseados em evidência científica:</p>
<ul class="[&amp;:not(:last-child)_ul]:pb-1 [&amp;:not(:last-child)_ol]:pb-1 list-disc space-y-2.5 pl-7">
<li class="whitespace-normal break-words">Serão aceitas propostas para pesquisa sobre desinformação climática</li>
<li class="whitespace-normal break-words">Desenvolvimento de ferramentas de comunicação e campanhas para educação midiática</li>
<li class="whitespace-normal break-words">Apoio a jornalistas que investigam temas climáticos</li>
<li class="whitespace-normal break-words">Projetos que aumentem a transparência em anúncios digitais relacionados ao clima</li>
<li class="whitespace-normal break-words">Iniciativas que promovam o letramento digital e midiático em torno das mudanças climáticas</li>
</ul>
<p class="font-claude-response-body whitespace-normal break-words">As propostas selecionadas podem entrar para a Agenda de Ação Climática da conferência, o que significa que ideias emergentes ganham visibilidade internacional.</p>
<p class="font-claude-response-body whitespace-normal break-words">Além disso, existe um Fundo Global para a Integridade da Informação Climática, gerido pela UNESCO, que será alimentado por doações para financiar projetos com impacto real.</p>
<p class="font-claude-response-heading text-text-100 mt-1 -mb-0.5"><strong>Por que isso importa</strong></p>
<p class="font-claude-response-body whitespace-normal break-words">Em um contexto em que a desinformação climática pode minar a confiança pública em políticas ambientais, essa iniciativa surge como uma ferramenta diplomática estratégica. Frederico Assis, enviado especial para integridade da informação, afirmou que “informações falsas ou distorcidas podem minar a credibilidade de todo o processo, desestimular o engajamento da população e alimentar narrativas que legitimam o imobilismo.”</p>
<p class="font-claude-response-body whitespace-normal break-words">Relatórios científicos também sustentam a urgência dessa pauta: o IPCC já alertou que a desinformação deliberada enfraquece a percepção pública de consenso científico, atrasando políticas climáticas.</p>
<p class="font-claude-response-heading text-text-100 mt-1 -mb-0.5"><strong>A estratégia brasileira: articulação e alianças</strong></p>
<p class="font-claude-response-body whitespace-normal break-words">O Brasil articula uma rede nacional de organizações para reforçar essa pauta, reunindo instituições da sociedade civil, universidades e especialistas internacionais para ações conjuntas de combate à desinformação climática.</p>
<p class="font-claude-response-body whitespace-normal break-words">Nina Santos, secretária-adjunta da Secretaria de Políticas Digitais, defendeu que é preciso mais do que checagem pontual: “soluções estruturais” como educação midiática são fundamentais para responder ao negacionismo climático.</p>
<p class="font-claude-response-body whitespace-normal break-words">Durante o evento, o governo brasileiro também lançou documentos para lidar com a desinformação no contexto da publicidade digital. Em parceria com ONGs e cientistas, foram apresentados um guia jurídico para a integridade da informação climática e uma carta-compromisso para práticas mais transparentes na publicidade digital.</p>
<p class="font-claude-response-heading text-text-100 mt-1 -mb-0.5"><strong>Um novo paradigma</strong></p>
<p class="font-claude-response-body whitespace-normal break-words">Essa iniciativa tem potencial para remodelar a geopolítica climática: ao colocar a desinformação no centro das negociações, Brasil e França sinalizam que a crise ambiental não pode ser enfrentada apenas com tecnologias e cortes de emissão, mas também com infraestrutura informacional — ou seja, construindo ecossistemas de informação robustos, baseados em evidência e resistentes a distorções.</p>
<p>Além disso, ao mobilizar governos, sociedade civil, acadêmicos e órgãos internacionais, a Iniciativa Global cria uma rede multissetorial que pode sustentar ações de longo prazo, mesmo após a COP30.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Amazônida, com muito orgulho!</title>
		<link>https://walk4good.com.br/amazonida-com-muito-orgulho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[robertabenamor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Nov 2025 16:23:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[COP 30]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[indígena]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Patrícia Kishimoto Quando alguém tem a oportunidade de conversar com quem é da Amazônia, logo percebe uma fala empolgada, cheia de amor e orgulho. Empolgada porque não é sempre que nos dão espaço para falar desse pedaço de Brasil que o próprio brasileiro desconhece. Cheia de amor e orgulho, porque queremos que todos conheçam [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Patrícia Kishimoto</em></p>
<p>Quando alguém tem a oportunidade de conversar com quem é da Amazônia, logo percebe uma fala empolgada, cheia de amor e orgulho. Empolgada porque não é sempre que nos dão espaço para falar desse pedaço de Brasil que o próprio brasileiro desconhece. Cheia de amor e orgulho, porque queremos que todos conheçam nossas tradições, cultura e o modo de viver do amazônida.</p>
<p>Por isso, a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30) tem sido uma ótima vitrine para o Pará e o Amazonas. Os estados hoje funcionam como principais portas de entrada para a Amazônia e já percebem um movimento diferente.</p>
<p>De acordo com levantamento do Ministério do Turismo, em parceria com a Embratur e a Polícia Federal, o Pará recebeu 10.659 turistas estrangeiros nos cinco primeiros meses de 2025, um aumento de 27% em relação ao mesmo período de 2024, quando o estado contabilizou 8.388 visitantes. Já o Amazonas registrou 14.653 turistas internacionais, frente a 12.347 no ano anterior, o que representa um crescimento de 18,7%.</p>
<p>Polêmicas à parte sobre a estrutura de Belém para receber um evento desse calibre e os preços superinflados, a COP30 é uma oportunidade para que brasileiros e estrangeiros façam uma breve imersão na cultura regional, conheçam e apreciem pratos como o autêntico tacacá. De origem indígena, a iguaria é servida em uma cuia e produzida a partir de dois derivados da mandioca – caldo de tucupi e goma de tapioca -, camarão seco e jambu, uma erva que causa uma leve dormência na boca, consumido geralmente no final da tarde e preparado com maestria pelas “tacacazeiras”. É uma tradição cultural paraense e reproduzida em toda a Região Norte, cada estado com sua própria receita, mas sempre respeitando a base de preparo.</p>
<p>Será uma chance também de provar o verdadeiro açaí, alimento que ganhou popularidade nos últimos anos no restante do Brasil e do mundo por suas propriedades nutritivas. O Pará é o principal produtor, responsável por mais de 90% da produção mundial. Seu cultivo está concentrado em pequenos municípios como Igarapé-Miri, Cametá e Abaetetuba e é importante para a geração de emprego, renda e economia local em comunidades rurais, que também funcionam como guardiãs da floresta e são as mais afetadas, ou as primeiras a sentirem na pele, as mudanças climáticas.</p>
<p>Quem conseguir sair um pouco de Belém e visitar comunidades ribeirinhas, quilombolas e tantas outras, conhecerá um modo de vida simples, sem muitas das comodidades das grandes cidades, desafiante em diversos momentos, mas extremamente rico em saberes adquiridos da observação, da vivência diária com a floresta. Povos que são importantes para manter a Amazônia viva, em pé, mas sempre ficam de fora das grandes discussões e das decisões sobre essa mesma Amazônia.</p>
<p>Sendo assim, a COP30 transcende a importância de ser apenas um palco de discussões climáticas globais, configurando-se como uma vitrine crucial para a Amazônia, que se abre ao Brasil e ao mundo. A conferência não só impulsiona o turismo e a economia local, como oferece uma imersão cultural rica. É uma oportunidade ímpar para valorizar a voz, a cultura e o modo de vida do amazônida, essenciais para a conservação da maior biodiversidade do mundo, garantindo que suas tradições e o papel vital dessas comunidades na luta contra as mudanças climáticas ganhem o merecido destaque e participação nas decisões futuras.</p>
<p><em>Patrícia Kishimoto é analista de comunicação sênior na Imagem Corporativa. Jornalista formada pela Universidade Federal do Amazonas, cresceu e viveu em Manaus por mais de 20 anos, para onde viaja anualmente para renovar sua conexão com a Amazônia. </em></p>
<p><em> </em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Suíça faz da COP30 um palco para a diplomacia indígena e a troca de saberes ancestrais</title>
		<link>https://walk4good.com.br/suica-faz-da-cop30-um-palco-para-a-diplomacia-indigena-e-a-troca-de-saberes-ancestrais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[robertabenamor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Nov 2025 18:03:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agenda Climática]]></category>
		<category><![CDATA[COP 30]]></category>
		<category><![CDATA[Biodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[Povos indígenas]]></category>
		<category><![CDATA[Suíça]]></category>
		<category><![CDATA[Yanomami]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Rafaela Collins A Suíça chegou à COP30 com uma estratégia incomum entre países europeus: em vez de ocupar o centro do discurso, decidiu abrir espaço para que povos originários da Amazônia conduzam reflexões sobre futuro, território e conhecimento. A Planetary Embassy, instalada pela Swissnex em Belém, tornou-se um dos ambientes mais simbólicos da conferência por [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Rafaela Collins</em></p>
<p>A Suíça chegou à COP30 com uma estratégia incomum entre países europeus: em vez de ocupar o centro do discurso, decidiu abrir espaço para que povos originários da Amazônia conduzam reflexões sobre futuro, território e conhecimento. A Planetary Embassy, instalada pela Swissnex em Belém, tornou-se um dos ambientes mais simbólicos da conferência por propor um modelo de diplomacia que parte da escuta e da colaboração. O país defende que a crise climática não será solucionada apenas por inovação tecnológica, mas por sistemas de conhecimento que integrem ciência, espiritualidade, arte e práticas ancestrais de cuidado com a Terra.</p>
<p>No espaço, quem conduz o diálogo são os próprios povos originários. Entre eles, a participação de Ehuana Yaira Yanomami, artista, autora e liderança reconhecida internacionalmente, ganhou destaque. Ela apresentou seu trabalho sobre corporalidades, memória e espiritualidade Yanomami, reforçando a urgência de proteger territórios e garantir condições dignas de vida às comunidades. A presença de Ehuana simboliza a agenda suíça: mostrar que não há futuro climático sem futuro indígena. A Suíça, ao abrir sua estrutura para essas vozes, fortalece a noção de que conhecimento tradicional é tão estratégico quanto qualquer inovação ambiental de ponta.</p>
<p>Para representantes suíços, a COP30 precisa ser um espaço de troca e não apenas de negociação. Ao convidar lideranças indígenas para ocupar o centro do debate, o país se alinha a uma visão global que reconhece a importância de quem, historicamente, preserva 80% da biodiversidade do planeta. Na prática, a iniciativa coloca a Suíça entre os poucos países que apostam em diplomacia cultural e científica como ferramenta de impacto climático. Em Belém, a mensagem suíça é clara: soluções duradouras surgem quando o mundo escuta aqueles que carregam, na própria existência, a memória e a prática da preservação.</p>
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		<item>
		<title>Europa reforça agenda climática com foco em metano</title>
		<link>https://walk4good.com.br/europa-reforca-agenda-climatica-com-foco-em-metano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[robertabenamor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Nov 2025 17:32:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agenda Climática]]></category>
		<category><![CDATA[COP 30]]></category>
		<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A COP30 entra na segunda e decisiva semana em Belém com a promessa de avanços concretos nas negociações climáticas, marcada pela chegada de representantes da União Europeia dispostos a pressionar por ações mais ambiciosas no cumprimento do Acordo de Paris. Após uma primeira fase de debates técnicos, a conferência climática da ONU assume agora caráter [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A COP30 entra na segunda e decisiva semana em Belém com a promessa de avanços concretos nas negociações climáticas, marcada pela chegada de representantes da União Europeia dispostos a pressionar por ações mais ambiciosas no cumprimento do Acordo de Paris.</p>
<p>Após uma primeira fase de debates técnicos, a conferência climática da ONU assume agora caráter mais político, com a participação ativa do Comissário Europeu para o Clima trabalhando junto à Presidência do Conselho da UE e aos Estados-membros para garantir progressos nas metas climáticas globais.</p>
<p>A agenda europeia começou nesta segunda-feira com a apresentação do <a href="https://wedocs.unep.org/handle/20.500.11822/48921">Relatório Global sobre a Situação do Metano</a>, produzido pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente e pela Coalizão pelo Clima e Ar Limpo. O documento traz uma avaliação abrangente sobre os esforços para reduzir este gás de efeito estufa, que responde por quase um terço do aquecimento global atual.</p>
<p>O relatório revela progressos desde o lançamento do Compromisso Global sobre o Metano em 2021, mas as emissões seguem em alta. Projeções para 2030 mostraram melhora em relação a estimativas anteriores, resultado de novas regulamentações na Europa e América do Norte sobre gestão de resíduos e do crescimento mais lento do mercado de gás natural entre 2020 e 2024.</p>
<p>As Contribuições Nacionalmente Determinadas e os Planos de Ação Nacionais para o Metano apresentados até meados de 2025 podem resultar em redução de 8% até 2030 comparado aos níveis de 2020. Se plenamente implementadas, essas medidas representariam a maior e mais sustentada redução de emissões de metano da história. Porém, para atingir a meta do Compromisso Global de reduzir 30% até 2030, será necessária a implementação total das reduções tecnicamente viáveis em escala global.</p>
<p>O relatório destaca que mais de 80% do potencial de redução de emissões para 2030 pode ser alcançado a baixo custo. O setor energético oferece 72% do potencial total de mitigação, seguido por resíduos (18%) e agricultura (10%). A implementação integral dessas medidas poderia evitar mais de 180 mil mortes prematuras e 19 milhões de toneladas de perdas de safra anualmente até 2030.</p>
<p>Dan Jørgensen, Comissário Europeu para a Energia e Habitação, afirmou que o Compromisso Global sobre Metano transformou ambição em progresso tangível. “Nossa tarefa agora é ampliar rapidamente essas soluções, trabalhando juntos para manter 1,5°C ao nosso alcance e garantir um futuro mais saudável para nosso povo e nosso planeta”, disse.</p>
<p>A União Europeia também trabalha na consolidação de seu plano de Contribuição Nacionalmente Determinada, que estabelece redução das emissões de gases de efeito estufa entre 66,25% e 72,5% até 2035 em relação aos níveis de 1990. A meta foi aprovada pelo Conselho da UE no início de novembro, após maratona de negociações em Bruxelas.</p>
<p>O novo compromisso reforça objetivos anteriores do bloco europeu: redução de 55% até 2030, 90% até 2040 e neutralidade carbônica em 2050. Segundo o Conselho da UE, o plano acelera a transição para uma economia descarbonizada e fortalece o papel europeu no combate global às mudanças climáticas.</p>
<p>O documento enfatiza o compromisso da UE em tornar o setor energético predominantemente livre de combustíveis fósseis bem antes de 2050, reconhecendo a importância da eliminação progressiva global desses combustíveis. Para isso, o bloco admite a necessidade de utilizar todas as tecnologias disponíveis para reduzir emissões nos setores de difícil descarbonização.</p>
<p>Inger Andersen, subsecretária-geral da ONU e diretora-executiva do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, reforçou que reduzir as emissões de metano é uma das medidas mais imediatas e eficazes para desacelerar a crise climática e proteger a saúde humana. “A redução do metano também diminui as perdas nas colheitas, essenciais tanto para a produtividade agrícola quanto para a segurança alimentar”, afirmou.</p>
<p>A conferência climática segue até 21 de novembro, com os próximos cinco anos sendo considerados decisivos para determinar se o mundo aproveitará a oportunidade de promover ar mais limpo, economias mais fortes e clima mais seguro para as gerações futuras.</p>
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		<title>Bloco europeu anuncia doação de R$ 124 milhões ao Fundo Amazônia</title>
		<link>https://walk4good.com.br/bloco-europeu-anuncia-doacao-de-r-124-milhoes-ao-fundo-amazonia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[robertabenamor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Nov 2025 21:20:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COP 30]]></category>
		<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[Fundo Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Mercosul]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A União Europeia concretizou nesta quinta-feira (13) a doação de 20 milhões de euros (cerca de R$ 124 milhões) ao Fundo Amazônia, elevando o montante total do mecanismo para R$ 3,9 bilhões. A transferência foi celebrada em Belém durante a COP30, com presença da ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, e da embaixadora da UE [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A União Europeia concretizou nesta quinta-feira (13) a doação de 20 milhões de euros (cerca de R$ 124 milhões) ao Fundo Amazônia, elevando o montante total do mecanismo para R$ 3,9 bilhões. A transferência foi celebrada em Belém durante a COP30, com presença da ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, e da embaixadora da UE no Brasil, Marian Schuegraf.</p>
<p>O aporte demorou dois anos para ser efetivado após o anúncio da presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, durante visita ao Brasil em 2023. O timing da concretização coincide com a conferência climática global sediada na Amazônia e reflete as complexidades das negociações entre o bloco europeu e países sul-americanos.</p>
<p><strong>Contexto geopolítico e comercial</strong></p>
<p>A doação ocorre em meio a tensões sobre o acordo UE-Mercosul. O bloco europeu avança na aprovação do pacto comercial enquanto enfrenta críticas de organizações ambientais que questionam sua compatibilidade com metas climáticas. Análises indicam que o acordo poderia resultar na perda de 700 mil hectares de floresta apenas pela produção de carne bovina.</p>
<p>Com tarifas impostas por Donald Trump, a UE busca diversificar parcerias comerciais e reduzir dependência da China, particularmente em minerais críticos. A contribuição ao Fundo Amazônia pode ser interpretada como tentativa de equilibrar avanços comerciais com compromissos ambientais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Dimensão do aporte<br />
</strong><br />
Além da UE, o Fundo Amazônia conta com apoio de Noruega, Alemanha, Suíça, Estados Unidos, Reino Unido, Japão e Petrobras. Para dimensionar, desde 2008, a Noruega aportou mais de US$ 1,2 bilhão ao fundo, enquanto a Alemanha contribuiu com mais de US$ 68 milhões.</p>
<p>Desde janeiro de 2023, foram anunciadas doações de aproximadamente R$ 3,9 bilhões: R$ 2,5 bilhões dos Estados Unidos, R$ 711 milhões do Reino Unido, R$ 250 milhões da Noruega e R$ 186 milhões da Alemanha. Os € 20 milhões europeus, distribuídos ao longo de quatro anos, representam contribuição modesta em termos absolutos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Desafios regionais<br />
</strong><br />
Em 2023, o objetivo brasileiro de conseguir que todos os oito países amazônicos assinassem meta de desmatamento zero foi bloqueado por nações como Bolívia, Guiana e Suriname. Em 2024, o desmatamento amazônico na Colômbia saltou cerca de 50% em comparação com o ano anterior, enquanto na Bolívia atingiu nível recorde.</p>
<p>No Brasil, houve redução de 17% no desmatamento amazônico em 2024 comparado a 2023, resultado que o governo apresenta como justificativa para novas doações. Criado em 2008 e administrado pelo BNDES, o fundo financia projetos de conservação, uso sustentável da floresta, bioeconomia e proteção de povos tradicionais.</p>
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		<title>Casa Brasil é lançada em Belém com foco em negócios sustentáveis na COP30</title>
		<link>https://walk4good.com.br/casa-brasil-e-lancada-em-belem-com-foco-em-negocios-sustentaveis-na-cop30/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[robertabenamor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Nov 2025 19:07:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agenda Climática]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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		<category><![CDATA[agenda climática]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Evento marca início da agenda oficial do Sebrae Nacional e reforça o papel das empresas brasileiras na transição verde; Ciro Dias Reis, CEO da Imagem Corporativa, destacou a importância da comunicação estratégica para o posicionamento global do Brasil Belém (PA) – A inauguração da Casa Brasil Belém 2025, realizada nesta quarta-feira (5), marcou oficialmente o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Evento marca início da agenda oficial do Sebrae Nacional e reforça o papel das empresas brasileiras na transição verde; Ciro Dias Reis, CEO da Imagem Corporativa, destacou a importância da comunicação estratégica para o posicionamento global do Brasil</em></p>
<p>Belém (PA) – A inauguração da Casa Brasil Belém 2025, realizada nesta quarta-feira (5), marcou oficialmente o início da programação do Sebrae na COP30. O espaço, apresentado pelo Sebrae Pará e instalado na capital paraense, consolida-se como vitrine do país para o mundo, reunindo experiências, produtos e iniciativas que expressam o potencial econômico e sustentável do Brasil.</p>
<p>Durante a cerimônia, o presidente do Sebrae Nacional, Décio Lima, afirmou que o Brasil chega à COP30 com a força de quem aposta na inovação e nos pequenos negócios como eixo da transição verde e inclusiva. “O Sebrae está aqui para mostrar que o Brasil tem no pequeno negócio o maior aliado na construção de um futuro sustentável”, disse. Ao lado dele estavam o ministro do Turismo, Celso Sabino, e o superintendente do Sebrae Pará, Rubens Magno, que destacaram o impacto do turismo e da economia criativa na geração de empregos e renda.</p>
<p>Entre os convidados, o CEO da Imagem Corporativa, <a href="https://www.linkedin.com/in/cirodiasreis/">Ciro Dias Reis,</a> ressaltou o papel da comunicação corporativa e institucional na consolidação da imagem do Brasil como potência sustentável. “A presença do Brasil na COP30 é também uma oportunidade de fortalecer sua reputação global. O mundo quer ouvir histórias de inovação, de empresas que unem propósito e resultado e o Sebrae está abrindo esse caminho na Amazônia”, afirmou.</p>
<p>Com 2,5 mil metros quadrados, a Casa Brasil é um dos espaços mais esperados da conferência e será aberta ao público a partir desta quinta-feira (6). A estrutura foi pensada para oferecer experiências imersivas, exposições e painéis sobre transição energética, bioeconomia, empreendedorismo e turismo sustentável. O ambiente é também um palco para rodadas de negócios e parcerias entre empresas, investidores e governos.</p>
<p>O lançamento da Casa Brasil ocorre em um momento simbólico para o país, que busca reafirmar seu protagonismo na economia verde. Além do espaço principal, o Sebrae inaugurou a En-Zone, hub de 4,6 mil m² dedicado à bioeconomia e ao empreendedorismo sustentável, com restaurantes, lojas e espaços de convivência que valorizam a produção amazônica.</p>
<div id="attachment_2117" style="width: 1034px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-2117" class="wp-image-2117 size-large" src="https://walk4good.com.br/wp-content/uploads/2025/11/CASA-BRASIL-SEBRAE2-1024x576.jpeg" alt="" width="1024" height="576" srcset="https://walk4good.com.br/wp-content/uploads/2025/11/CASA-BRASIL-SEBRAE2-1024x576.jpeg 1024w, https://walk4good.com.br/wp-content/uploads/2025/11/CASA-BRASIL-SEBRAE2-300x169.jpeg 300w, https://walk4good.com.br/wp-content/uploads/2025/11/CASA-BRASIL-SEBRAE2-768x432.jpeg 768w, https://walk4good.com.br/wp-content/uploads/2025/11/CASA-BRASIL-SEBRAE2-1536x864.jpeg 1536w, https://walk4good.com.br/wp-content/uploads/2025/11/CASA-BRASIL-SEBRAE2-545x307.jpeg 545w, https://walk4good.com.br/wp-content/uploads/2025/11/CASA-BRASIL-SEBRAE2-660x371.jpeg 660w, https://walk4good.com.br/wp-content/uploads/2025/11/CASA-BRASIL-SEBRAE2.jpeg 1600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-2117" class="wp-caption-text">Ciro Dias na Casa Brasil</p></div>
<p>Segundo Ciro Dias Reis, o fortalecimento da presença brasileira em eventos internacionais exige coerência entre discurso e prática. “Não basta apenas participar das discussões climáticas é preciso comunicar resultados, mostrar que sustentabilidade é um ativo real da nossa economia. A Casa Brasil é um exemplo de branding de país bem executado”, observou.</p>
<p>A<a href="https://sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/cop30"> programação</a> do Sebrae durante a COP30 se estende até o dia 21 de novembro, com atividades na Green Zone, painéis temáticos, encontros bilaterais e o estande imersivo de 400 m², que promete ser um dos pontos de destaque da conferência.</p>
<p>Mais do que uma instalação temporária, a Casa Brasil se afirma como símbolo da nova diplomacia econômica do país: colaborativa, inovadora e orientada por propósito. Um espaço em que o Brasil se apresenta não apenas como detentor de uma das maiores biodiversidades do planeta, mas também como marca global de sustentabilidade, empreendedorismo e comunicação estratégica.</p>
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		<title>Cúpula do Clima em Belém abre com apelos por ação imediata e justiça ambiental</title>
		<link>https://walk4good.com.br/cupula-do-clima-em-belem-abre-com-apelos-por-acao-imediata-e-justica-ambiental/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[robertabenamor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Nov 2025 19:05:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COP 30]]></category>
		<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[Cúpula do Clima]]></category>
		<category><![CDATA[Geopolítica]]></category>
		<category><![CDATA[União Europeia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Walk4Good, em Belém Sob forte simbolismo amazônico, a Cúpula do Clima, em Belém, começou na manhã desta quinta-feira (6), reunindo chefes de Estado, ministros e representantes de organismos multilaterais de mais de 70 países. O encontro, que antecede a COP30, abriu oficialmente as discussões com um tom de urgência e convergência em torno da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Walk4Good, em Belém</em></p>
<p>Sob forte simbolismo amazônico, a Cúpula do Clima, em Belém, começou na manhã desta quinta-feira (6), reunindo chefes de Estado, ministros e representantes de organismos multilaterais de mais de 70 países. O encontro, que antecede a COP30, abriu oficialmente as discussões com um tom de urgência e convergência em torno da necessidade de transformar promessas em ações concretas.</p>
<blockquote><p>Na plenária inaugural, realizada no Parque da Cidade, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva destacou que a Amazônia “não é um território de exploração, mas um patrimônio de esperança e responsabilidade compartilhada”. Ele reforçou que sediar o encontro no coração da floresta “é um chamado ao mundo para olhar de perto o que está em risco e o que ainda pode ser salvo”. Lula defendeu que os países desenvolvidos cumpram seus compromissos de financiamento climático e apoiem as nações em desenvolvimento na transição para economias de baixo carbono.</p></blockquote>
<p>O primeiro painel, dedicado a florestas e oceanos, concentrou as atenções da manhã. Líderes da OTCA (Organização do Tratado de Cooperação Amazônica), além de representantes da Indonésia e da República Democrática do Congo, que abrigam as maiores florestas tropicais do planeta, enfatizaram a necessidade de alinhar políticas de conservação, soberania e desenvolvimento sustentável. O tema dos oceanos foi incluído como extensão da pauta climática, reconhecendo o papel dos ecossistemas marinhos na absorção de carbono e na regulação climática global.</p>
<p>A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, defendeu a criação de mecanismos de cooperação tecnológica entre o Norte e o Sul global, afirmando que “a Amazônia não pode ser apenas uma causa, precisa ser parceira na transição verde”. Já o secretário-geral da ONU, António Guterres, que participa remotamente, lembrou que “não há tempo para meias medidas” e que “cada fração de grau importa para bilhões de vidas”.</p>
<p>Entre os anúncios da manhã, destacou-se o lançamento do Fundo Florestas Tropicais para Sempre (Tropical Forests Forever Fund), que busca captar investimentos permanentes para proteger biomas tropicais. A iniciativa, apoiada por países europeus e latino-americanos, deve canalizar recursos para projetos de conservação, pesquisa e monitoramento de florestas.</p>
<p>A delegação brasileira também apresentou os primeiros resultados da preparação para a COP30, incluindo o avanço do Parque de Bioeconomia de Belém e o início das operações de transporte sustentável com ônibus elétricos e o barco movido a hidrogênio verde, desenvolvido pela Itaipu Parquetec. Os projetos foram apresentados como exemplos de implementação prática de soluções climáticas na região amazônica.</p>
<p>O clima da manhã foi de equilíbrio entre diplomacia e pragmatismo. Embora os discursos tenham reafirmado compromissos já conhecidos, como o limite de 1,5 °C e o reforço das metas nacionais (NDCs), o encontro serviu para reposicionar o Brasil e a Amazônia no centro da agenda global. A presença de povos indígenas e lideranças comunitárias na abertura reforçou o caráter inclusivo e simbólico da cúpula, marcada por apresentações culturais e pela diversidade de idiomas, sotaques e causas.</p>
<p>Para o período da tarde, a expectativa recai sobre o painel de Transição Energética, que reunirá ministros e especialistas em energia limpa para debater estratégias de descarbonização e segurança energética. Também estão previstas reuniões bilaterais entre países da América Latina, União Europeia e África para discutir financiamento climático e novas parcerias tecnológicas.</p>
<p>Os olhares se voltam, ainda, para o debate sobre o Novo Objetivo Coletivo Quantificado (NCQG), tema que promete dominar as conversas de bastidores. O Brasil tentará articular uma frente de países em desenvolvimento para pressionar por um aumento no volume de recursos do fundo atualmente fixado em US$ 300 bilhões anuais até 2035 e por regras mais claras de acesso.</p>
<p>À medida que Belém se torna o epicentro da diplomacia climática global, a Cúpula do Clima começa a desenhar o tom da COP30: o da ação concreta, do financiamento justo e da esperança que nasce da floresta.</p>
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		<title>Delícias do Bosque leva saberes da periferia de Belém à COP30</title>
		<link>https://walk4good.com.br/delicias-do-bosque-leva-saberes-da-periferia-de-belem-a-cop30/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[robertabenamor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Nov 2025 18:54:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COP 30]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Delícias do Bosque, empreendimento familiar da periferia de Belém, foi selecionado pelo Prato Firmeza Amazônia para operar na COP30. À frente da cozinha está Ana Maria Amador Batista, que transformou a trajetória de trabalhadora doméstica em um negócio que preserva técnicas e ingredientes tradicionais. Ela relata mudanças na base da cadeia alimentar local, como [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Delícias do Bosque, empreendimento familiar da periferia de Belém, foi selecionado pelo Prato Firmeza Amazônia para operar na COP30. À frente da cozinha está Ana Maria Amador Batista, que transformou a trajetória de trabalhadora doméstica em um negócio que preserva técnicas e ingredientes tradicionais. Ela relata mudanças na base da cadeia alimentar local, como camarão e peixes mais escassos em determinadas épocas e conecta esse cotidiano às pressões climáticas que afetam renda, abastecimento e segurança alimentar.</p>
<p>Na operação do evento, o responsável pelo planejamento é Eduardo do Espírito Santo Cravo, marido de Ana Maria. Ele estruturou um cardápio de alta rotatividade e baixo desperdício, com destaque para o frito do vaqueiro, receita marajoara concebida historicamente para conservar carne em ambientes sem refrigeração. Outra opção muito conhecida é o peixe frito e açaí. A meta é atender de 1.000 a 1.500 pedidos diários, mantendo padrão sanitário e constância de fornecimento. Para Eduardo, escalar produção sem descaracterizar o preparo é parte do desafio logístico e um ponto central para que cozinhas de base territorial que participem de grandes eventos.</p>
<p>A ponte com a COP30 foi construída pelo Prato Firmeza Amazônia. Segundo Jéssica Mota, coordenadora do projeto, a curadoria busca visibilidade para negócios que conectam comida, território e clima. Ela avalia que o debate oficial ainda incorpora de forma limitada a relação entre alimentação e emissões, enquanto soluções de baixa emissão e regenerativas já existem em cozinhas familiares, quintais agroflorestais e cadeias curtas de abastecimento. O caso do Delícias do Bosque, afirma Jéssica, ilustra como empreendimentos populares podem gerar renda e, ao mesmo tempo, fortalecer práticas alimentares que dependem da floresta em pé.</p>
<p>O Prato Firmeza Amazônia, iniciativa da Énois, foi a ponte. O projeto não é um catálogo de restaurantes. É uma política pública não institucionalizada que mapeia, forma, comunica e projeta empreendedores da comida que nasce das comunidades tradicionais e periferias. Ao conectar comunicação comunitária, soberania alimentar e justiça climática, oferece argumento e método para o que a FAO reconhece como sistemas alimentares resilientes: diversidade de cultivos, manejo tradicional, respeito aos ciclos, uso integral de ingredientes, economia de proximidade. “Sem justiça alimentar, não há justiça climática”, repete a equipe do Prato Firmeza como quem devolve a centralidade a quem planta, pesca, colhe e cozinha. Quando a COP proíbe tucupi, maniçoba e açaí de certos espaços, o recado é duro: a modernidade ainda tem dificuldade em aceitar que a solução está no quintal de quem sempre alimentou a cidade. A resposta, então, é persistir. É cozinhar e explicar, com paciência, por que certas técnicas são ciência, por que certos rituais são saúde, por que alguns pratos preservam rios e pessoas.</p>
<p>A presença do Delícias do Bosque na conferência consolida duas agendas: inclusão econômica de produtores periféricos e reconhecimento de técnicas tradicionais como parte da resposta climática. Para Ana Maria e Eduardo, levar um prato de origem quilombola ao público internacional é oportunidade de negócio e de afirmação cultural, já para a curadoria do Prato Firmeza, é um exemplo prático de transição alimentar justa em um dos territórios mais estratégicos do planeta.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>PNUD lança nova campanha para combater a desinformação climática</title>
		<link>https://walk4good.com.br/pnud-lanca-nova-campanha-para-combater-a-desinformacao-climatica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[robertabenamor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Oct 2025 21:17:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agenda Climática]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) está lançando a #ClimateCounts (“O Clima Conta”) que busca contar a história das mudanças climáticas por meio de números e inspirar a ação com base em fatos.</p>
<p>O post <a href="https://walk4good.com.br/pnud-lanca-nova-campanha-para-combater-a-desinformacao-climatica/">PNUD lança nova campanha para combater a desinformação climática</a> apareceu primeiro em <a href="https://walk4good.com.br">Walk4Good</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) está lançando a #ClimateCounts (“O Clima Conta”) que busca contar a história das mudanças climáticas por meio de números e inspirar a ação com base em fatos.<br />
<a href="https://walk4good.com.br/?attachment_id=2104"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-2104" src="https://walk4good.com.br/wp-content/uploads/2025/10/climate-counts_01-240x300.jpg" alt="" width="514" height="643" srcset="https://walk4good.com.br/wp-content/uploads/2025/10/climate-counts_01-240x300.jpg 240w, https://walk4good.com.br/wp-content/uploads/2025/10/climate-counts_01-819x1024.jpg 819w, https://walk4good.com.br/wp-content/uploads/2025/10/climate-counts_01-768x960.jpg 768w, https://walk4good.com.br/wp-content/uploads/2025/10/climate-counts_01-250x312.jpg 250w, https://walk4good.com.br/wp-content/uploads/2025/10/climate-counts_01-528x660.jpg 528w, https://walk4good.com.br/wp-content/uploads/2025/10/climate-counts_01.jpg 1080w" sizes="(max-width: 514px) 100vw, 514px" /></a>A #ClimateCounts apresentará 30 fatos sobre o clima, cada um acompanhado de um visual de impacto, projetado para tornar as mudanças climáticas algo pessoal, de fácil compreensão e urgente.</p>
<p>A campanha faz parte dos esforços do PNUD para aumentar a conscientização e mobilizar comunidades antes da Conferência do Clima, a COP30, em Belém, de 10 a 21 de novembro. Este ano marca também o 10º aniversário do Acordo de Paris – marco significativo para a ação climática.</p>
<p>“À medida que o mundo se aproxima da COP30 e os países apresentam novas metas no âmbito do Acordo de Paris, a mensagem é clara: não temos tempo a perder”, afirma Cassie Flynn, diretora global de Mudanças Climáticas do PNUD. “Este é o momento de transformar planos em progresso. A #ClimateCounts destaca 30 fatos de peso, mostrando que uma ação climática ousada pode impulsionar a prosperidade, resiliência e justiça – e reafirmando que o que é bom para o planeta, é bom para as pessoas.”</p>
<p>Com o aumento da desinformação e da má informação sobre o clima, a #ClimateCounts também busca promover o letramento climático, capacitando indivíduos e comunidades a agir e exigir ações climáticas mais ambiciosas. O engajamento dos cidadãos é crucial, já que os países se preparam para apresentar e implementar seus planos climáticos nacionais atualizados, as chamadas Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs), com novas metas no âmbito do Acordo de Paris.</p>
<p>Para promover a campanha, Embaixadores da Boa Vontade do PNUD e jovens campeões do clima ajudarão a compartilhar esses fatos globalmente. A campanha estará inicialmente disponível em inglês, francês, espanhol e português, com mais idiomas sendo adicionados posteriormente.</p>
<p>A #ClimateCounts se baseia no amplo trabalho do PNUD em ação climática e ciência baseada em evidências. Por meio da Climate Promise (“Promessa Climática), o maior portfólio climático das Nações Unidas, o PNUD apoia mais de 140 países com mais de US$ 2,45 bilhões em financiamento por meio de subsídios. Esse trabalho se apoia na expertise do PNUD em adaptação, mitigação, mercados de carbono, clima e florestas, riscos climáticos e segurança, além de estratégias e políticas climáticas.</p>
<p>Conheça mais sobre a campanha e o pocketbook com os 30 fatos sobre as mudanças climáticas <a href="https://climatepromise.undp.org/research-and-reports/climate-counts-pocketbook">clicando aqui</a>.</p>
<p><strong>Sobre o PNUD</strong></p>
<p>O PNUD é a principal entidade das Nações Unidas no combate às injustiças da pobreza, desigualdade e mudanças climáticas. Trabalhando com ampla rede de especialistas e parceiros em 170 países, o PNUD apoia as nações na construção de soluções integradas e duradouras para as pessoas e o planeta.</p>
<p>Como o maior portfólio do sistema ONU de apoio à ação climática, a Climate Promise (Promessa Climática) do PNUD é beneficia diretamente 37 milhões de pessoas.</p>
<p><strong>Mais informações</strong></p>
<p>Luciano Milhomem<br />
<a href="mailto:Luciano.milhomem@undp.org">Luciano.milhomem@undp.org</a><br />
Telefone: (61) 98324-9725</p>
<p>Vanessa Ramalho, Imagem Corporativa<br />
<a href="mailto:vanessa.ramalho@iccom.com.br">vanessa.ramalho@iccom.com.br</a><br />
Telefone: (11) 3526-4500</p>
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