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	<title>Arquivos Agenda Climática - Walk4Good</title>
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	<title>Arquivos Agenda Climática - Walk4Good</title>
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		<title>Ceticismo predomina na avaliação da imprensa europeia sobre a COP30 e seus desdobramentos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[robertabenamor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Nov 2025 12:38:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agenda Climática]]></category>
		<category><![CDATA[COP 30]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30) encerrou oficialmente na manhã de sábado (22), em Belém, após negociações que ultrapassaram o prazo oficial e se estenderam por mais de 30 horas. O resultado, um acordo que triplicou o financiamento para adaptação climática, mas excluiu qualquer menção aos combustíveis fósseis, provocou reações que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30) encerrou oficialmente na manhã de sábado (22), em Belém, após negociações que ultrapassaram o prazo oficial e se estenderam por mais de 30 horas. O resultado, um acordo que triplicou o financiamento para adaptação climática, mas excluiu qualquer menção aos combustíveis fósseis, provocou reações que variaram da frustração à resignação na imprensa europeia.</p>
<p>A cobertura dos mais influentes veículos do continente não apenas revelou diferentes análises sobre os resultados da conferência, mas também uma percepção compartilhada: o multilateralismo climático sobreviveu, embora a urgência da crise não tenha sido correspondida com ações à altura. Além disso, a forma como cada publicação abordou o evento expõe divisões culturais, políticas e até geográficas dentro da própria Europa.</p>
<p>A BBC e a Deutsche Welle lideraram o grupo de críticas mais contundentes, mas com estilos distintos. A BBC adotou um tom mais crítico com pitadas de ironia, fazendo uso do comentário “Ouch!” após relatar o desdém saudita à União Europeia, e escolheu uma foto que mostra André Corrêa do Lago sentado, visivelmente cercado e pressionado por delegados em postura de confronto. O subtítulo “Brasil: não foi sua melhor hora” deixa claro o julgamento do veículo britânico.</p>
<p>Mais do que criticar os resultados, a BBC questionou a própria validade do formato das COPs, sugerindo que é “uma ideia de consenso que vem de uma era diferente. Não estamos mais naquele mundo”. A emissora detalhou como a tentativa brasileira de usar o “mutirão”, uma discussão em grupo ao estilo brasileiro, “piorou as coisas”. Negociadores de países árabes se recusaram a se juntar a grupos com defensores da transição energética. A União Europeia recebeu um recado direto dos sauditas: “Fazemos política energética em nossa capital, não na sua.”</p>
<p>A Deutsche Welle manteve uma crítica vigorosa, porém com foco maior nas vozes dos próprios negociadores. A manchete “COP30 termina com mais faísca do que explosão” estabelece um tom de decepção, mas o veículo alemão dedicou ampla cobertura a críticas internas, especialmente do panamenho Juan Carlos Monterrey Gomez, que afirmou que “a COP e o sistema da ONU estão falhando com as pessoas em escala histórica”, acusando as indústrias responsáveis pela crise, como a de combustíveis fósseis e as que impulsionam o desmatamento.</p>
<p>A DW também destacou a divisão entre países ricos e pobres, ressaltando a acusação do enviado da Tanzânia de que africanos foram forçados a “trocar vidas” por financiamento climático: “Era como se dissessem: ‘Se vocês não aceitarem a eliminação gradual dos fósseis, não podemos triplicar a adaptação.’ Dissemos: ‘Não podemos aceitar isso.&#8217;”</p>
<p>O Corriere della Sera merece destaque por seu foco singular: enquanto outros veículos criticaram o processo ou os petro-Estados, o jornal italiano colocou a liderança europeia sob rigoroso escrutínio. O diagnóstico foi claro: “decisões modestas devido à falta de vontade política, objetivos climáticos distantes”. O Corriere deu amplo espaço a vozes italianas, destacando a acusação do deputado Angelo Bonelli, do partido verde italiano AVS, que responsabiliza nominalmente Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, como “co-responsável, junto com sauditas e Emirados Árabes, pelo fracasso da COP30”.</p>
<p>Bonelli ainda afirmou que o governo Meloni e “a direita global podem se considerar satisfeitos por terem contribuído para alinhar as posições da Europa às de Trump e Putin, que trabalharam para sabotar as políticas climáticas”. O jornal também destacou que a crise climática custa à Itália mais de 300 euros por habitante ao ano em danos. O Corriere deu voz ao WWF, que alertou: “títulos sonoros e grandes promessas não se traduziram em ações significativas”, e à Legambiente, que lamentou a “grande oportunidade perdida pela Europa”.</p>
<p>Le Monde e The Economist compartilham uma crítica mais literária e intelectualizada, sem o sarcasmo direto da BBC. O jornal francês construiu sua narrativa em torno da contradição entre o símbolo poderoso da Amazônia e a fraqueza do acordo, descrevendo o cenário como “um centro de convenções em chamas num mundo em superaquecimento”, privilegiando uma ironia poética. O diagnóstico é transparente: o acordo “salva o multilateralismo, mas negligencia a urgência climática”, lembrando que a conferência ocorre 10 anos após o Acordo de Paris, no mesmo ano em que o limite de 1,5°C foi ultrapassado pela primeira vez.</p>
<p>The Economist adotou uma abordagem mais literária e irônica, fazendo referência ao poema de T.S. Eliot para o título “COP30 termina com um suspiro”. A matéria começa com o Papa sendo “projetado” na conferência para alertar que “a criação está gritando”, seguida pelo incêndio no local, que o cientista Michael Mann chamou de “metáfora perturbadoramente apropriada”.</p>
<p>A revista britânica foi áspera na comparação com a COP28 de Dubai, lembrando que em 2023 o acordo havia sido aclamado como “raro sucesso do multilateralismo”, liderado por um petro-Estado. Dois anos depois, em Belém, “o texto não faz referência direta alguma aos combustíveis fósseis”, tornando o acordo um “fumaça” em sua ironia. The Economist destacou ainda o “resultado medíocre” e a ideia de que o sistema das COPs funciona porque os compromissos são voluntários, não exigindo nada concreto.</p>
<p>O Guardian e o Público adotaram posições intermediárias, oferecendo críticas vigorosas, mas reconhecendo também nuances de esperança e complexidade. O Guardian sintetizou a conferência em três palavras em seu título: “Fúria, confusão e gratidão”, refletindo a complexidade do evento. O veículo britânico focou em problemas processuais, incluindo a aprovação de textos pelo André Corrêa do Lago sem permitir manifestações das delegações, o que gerou protestos e interrupção da sessão plenária.</p>
<p>Ainda assim, o Guardian transmitiu a mensagem do enviado climático da ONU, Simon Stiell: “Não estou dizendo que estamos vencendo a luta climática. Mas estamos inegavelmente ainda nela, e estamos lutando de volta.” Uma crítica com esperança residual.</p>
<p>O Público português foi o mais explicitamente interrogativo com o título “Afinal, o acordo da COP30 é bom ou mau?”. O jornal apresentou os dois lados, destacando a criação do Mecanismo de Transição Justa e a ausência de roteiros sobre combustíveis fósseis e florestas. Também deu espaço a críticas sobre a falta de transparência e à forte controvérsia no plenário de encerramento, incluindo a oposição da delegada colombiana, que não aceita que a declaração final omita a causa da crise: “os combustíveis fósseis utilizados pelo capital”, qualificando qualquer omissão como “hipocrisia”. Apesar da crítica, o tom geral foi de perplexidade, não de condenação.</p>
<p>A Euronews seguiu uma estratégia diferente, funcionando como megafone para especialistas e ativistas, com menos análise própria. Destacou declarações de organizações como Oil Change International e Aliança Global das Energias Renováveis, adotando uma postura formalmente mais neutra, porém resultando em uma cobertura dura pelas vozes predominantemente críticas que escolheu amplificar.</p>
<p>O canal apontou que mais de 80 países, incluindo Alemanha, Reino Unido e Países Baixos, apoiaram um roteiro para eliminação gradual dos combustíveis fósseis, mas foram derrotados pela oposição de petro-Estados. Também observou um retrocesso em relação à COP28, quando quase 200 países concordaram com o abandono dos fósseis “de forma justa, ordenada e equitativa”.</p>
<p><strong>Cinco pontos de convergência na cobertura</strong></p>
<p>Apesar das diferenças de tom e abordagem, há consenso claro em cinco pontos na imprensa europeia:</p>
<ul>
<li>Vitória dos petro-Estados: Arábia Saudita, Rússia e aliados bloquearam menções aos combustíveis fósseis. The Economist informou que as “ameaças repetidas” do Reino Unido, União Europeia e Estados insulares do Pacífico de não aceitar acordo sem menção aos fósseis “não funcionaram”.</li>
<li>Insuficiência do acordo: Nenhum veículo considerou o resultado compatível com a urgência climática. The Economist foi explícito ao afirmar que a conferência reconheceu a necessidade de mais ação, mas “falhou em fornecê-la”.</li>
<li>Multilateralismo preservado, embora enfraquecido: Várias publicações ressaltaram que pelo menos não houve retrocesso.</li>
<li>Descompasso temporal crítico: Muitos destacaram que a COP30 ocorreu 10 anos após Paris e no ano em que o limite 1,5°C foi ultrapassado. The Economist lembrou que o relatório “Emissions Gap” da ONU, divulgado duas semanas antes, confirma que o aumento nas emissões provavelmente levará ao aumento da temperatura além de 1,5°C “em breve: provavelmente nos próximos cinco anos”.</li>
<li>Incêndio como metáfora: Diversos veículos citaram o incêndio no pavilhão da COP30 como símbolo perturbador do fracasso climático.</li>
</ul>
<p>A comparação revela que a imprensa europeia mantém a crise climática como tema central, dedicando recursos e análises sofisticados à COP30, embora revelando frustração com a própria Europa: a União Europeia chegou a Belém com a intenção de liderar a questão dos combustíveis fósseis e saiu de mãos vazias.</p>
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		<item>
		<title>Brasil e França impulsionam coalizão global contra desinformação climática</title>
		<link>https://walk4good.com.br/brasil-e-franca-impulsionam-coalizao-global-contra-desinformacao-climatica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[robertabenamor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Nov 2025 13:00:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agenda Climática]]></category>
		<category><![CDATA[COP 30]]></category>
		<category><![CDATA[agenda climática]]></category>
		<category><![CDATA[Belém]]></category>
		<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[desinformação]]></category>
		<category><![CDATA[fake news]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[UNESCO]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Brasil e França lançam, na COP30, uma iniciativa inédita para combater a desinformação climática, fortalecendo a integridade da informação, o jornalismo investigativo e a inclusão do tema na agenda oficial das negociações globais.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="font-claude-response-body whitespace-normal break-words">Na conferência realizada em Belém, Brasil e França protagonizam uma iniciativa inédita para enfrentar a proliferação de <em>fake news</em> sobre as mudanças climáticas, com foco em fortalecer a integridade da informação e proteger o jornalismo investigativo.</p>
<p class="font-claude-response-body whitespace-normal break-words">Por meio da Iniciativa Global para a Integridade da Informação sobre a Mudança do Clima, os dois países buscam centralizar o debate sobre desinformação climática nas negociações internacionais. A coalizão conta com apoio da ONU, da UNESCO e de outros governos, propondo soluções concretas para mitigar táticas como o negacionismo e o greenwashing.</p>
<p class="font-claude-response-body whitespace-normal break-words">A relevância da iniciativa é reforçada pelo fato de que, pela primeira vez, o tema da integridade informacional entra oficialmente na Agenda de Ação do encontro, algo considerado inovador na diplomacia climática.</p>
<p class="font-claude-response-heading text-text-100 mt-1 -mb-0.5">Declaração global e compromisso multilateral</p>
<p class="font-claude-response-body whitespace-normal break-words">Durante a conferência, foi assinada uma Declaração sobre Integridade da Informação Climática, que reúne compromissos de diferentes nações em três níveis: internacional, nacional e local.</p>
<p class="font-claude-response-body whitespace-normal break-words">Até agora, países como Brasil, França, Canadá, Chile, Dinamarca, Alemanha, Espanha, Suécia e Uruguai já aderiram ao documento, demonstrando força política para transformar a luta contra a desinformação em uma agenda climática estratégica.</p>
<p class="font-claude-response-body whitespace-normal break-words">A coalizão lançou um chamado à ação, sob a forma de um mutirão global, para apoiar projetos baseados em evidência científica:</p>
<ul class="[&amp;:not(:last-child)_ul]:pb-1 [&amp;:not(:last-child)_ol]:pb-1 list-disc space-y-2.5 pl-7">
<li class="whitespace-normal break-words">Serão aceitas propostas para pesquisa sobre desinformação climática</li>
<li class="whitespace-normal break-words">Desenvolvimento de ferramentas de comunicação e campanhas para educação midiática</li>
<li class="whitespace-normal break-words">Apoio a jornalistas que investigam temas climáticos</li>
<li class="whitespace-normal break-words">Projetos que aumentem a transparência em anúncios digitais relacionados ao clima</li>
<li class="whitespace-normal break-words">Iniciativas que promovam o letramento digital e midiático em torno das mudanças climáticas</li>
</ul>
<p class="font-claude-response-body whitespace-normal break-words">As propostas selecionadas podem entrar para a Agenda de Ação Climática da conferência, o que significa que ideias emergentes ganham visibilidade internacional.</p>
<p class="font-claude-response-body whitespace-normal break-words">Além disso, existe um Fundo Global para a Integridade da Informação Climática, gerido pela UNESCO, que será alimentado por doações para financiar projetos com impacto real.</p>
<p class="font-claude-response-heading text-text-100 mt-1 -mb-0.5"><strong>Por que isso importa</strong></p>
<p class="font-claude-response-body whitespace-normal break-words">Em um contexto em que a desinformação climática pode minar a confiança pública em políticas ambientais, essa iniciativa surge como uma ferramenta diplomática estratégica. Frederico Assis, enviado especial para integridade da informação, afirmou que “informações falsas ou distorcidas podem minar a credibilidade de todo o processo, desestimular o engajamento da população e alimentar narrativas que legitimam o imobilismo.”</p>
<p class="font-claude-response-body whitespace-normal break-words">Relatórios científicos também sustentam a urgência dessa pauta: o IPCC já alertou que a desinformação deliberada enfraquece a percepção pública de consenso científico, atrasando políticas climáticas.</p>
<p class="font-claude-response-heading text-text-100 mt-1 -mb-0.5"><strong>A estratégia brasileira: articulação e alianças</strong></p>
<p class="font-claude-response-body whitespace-normal break-words">O Brasil articula uma rede nacional de organizações para reforçar essa pauta, reunindo instituições da sociedade civil, universidades e especialistas internacionais para ações conjuntas de combate à desinformação climática.</p>
<p class="font-claude-response-body whitespace-normal break-words">Nina Santos, secretária-adjunta da Secretaria de Políticas Digitais, defendeu que é preciso mais do que checagem pontual: “soluções estruturais” como educação midiática são fundamentais para responder ao negacionismo climático.</p>
<p class="font-claude-response-body whitespace-normal break-words">Durante o evento, o governo brasileiro também lançou documentos para lidar com a desinformação no contexto da publicidade digital. Em parceria com ONGs e cientistas, foram apresentados um guia jurídico para a integridade da informação climática e uma carta-compromisso para práticas mais transparentes na publicidade digital.</p>
<p class="font-claude-response-heading text-text-100 mt-1 -mb-0.5"><strong>Um novo paradigma</strong></p>
<p class="font-claude-response-body whitespace-normal break-words">Essa iniciativa tem potencial para remodelar a geopolítica climática: ao colocar a desinformação no centro das negociações, Brasil e França sinalizam que a crise ambiental não pode ser enfrentada apenas com tecnologias e cortes de emissão, mas também com infraestrutura informacional — ou seja, construindo ecossistemas de informação robustos, baseados em evidência e resistentes a distorções.</p>
<p>Além disso, ao mobilizar governos, sociedade civil, acadêmicos e órgãos internacionais, a Iniciativa Global cria uma rede multissetorial que pode sustentar ações de longo prazo, mesmo após a COP30.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Suíça faz da COP30 um palco para a diplomacia indígena e a troca de saberes ancestrais</title>
		<link>https://walk4good.com.br/suica-faz-da-cop30-um-palco-para-a-diplomacia-indigena-e-a-troca-de-saberes-ancestrais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[robertabenamor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Nov 2025 18:03:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agenda Climática]]></category>
		<category><![CDATA[COP 30]]></category>
		<category><![CDATA[Biodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[Povos indígenas]]></category>
		<category><![CDATA[Suíça]]></category>
		<category><![CDATA[Yanomami]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Rafaela Collins A Suíça chegou à COP30 com uma estratégia incomum entre países europeus: em vez de ocupar o centro do discurso, decidiu abrir espaço para que povos originários da Amazônia conduzam reflexões sobre futuro, território e conhecimento. A Planetary Embassy, instalada pela Swissnex em Belém, tornou-se um dos ambientes mais simbólicos da conferência por [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Rafaela Collins</em></p>
<p>A Suíça chegou à COP30 com uma estratégia incomum entre países europeus: em vez de ocupar o centro do discurso, decidiu abrir espaço para que povos originários da Amazônia conduzam reflexões sobre futuro, território e conhecimento. A Planetary Embassy, instalada pela Swissnex em Belém, tornou-se um dos ambientes mais simbólicos da conferência por propor um modelo de diplomacia que parte da escuta e da colaboração. O país defende que a crise climática não será solucionada apenas por inovação tecnológica, mas por sistemas de conhecimento que integrem ciência, espiritualidade, arte e práticas ancestrais de cuidado com a Terra.</p>
<p>No espaço, quem conduz o diálogo são os próprios povos originários. Entre eles, a participação de Ehuana Yaira Yanomami, artista, autora e liderança reconhecida internacionalmente, ganhou destaque. Ela apresentou seu trabalho sobre corporalidades, memória e espiritualidade Yanomami, reforçando a urgência de proteger territórios e garantir condições dignas de vida às comunidades. A presença de Ehuana simboliza a agenda suíça: mostrar que não há futuro climático sem futuro indígena. A Suíça, ao abrir sua estrutura para essas vozes, fortalece a noção de que conhecimento tradicional é tão estratégico quanto qualquer inovação ambiental de ponta.</p>
<p>Para representantes suíços, a COP30 precisa ser um espaço de troca e não apenas de negociação. Ao convidar lideranças indígenas para ocupar o centro do debate, o país se alinha a uma visão global que reconhece a importância de quem, historicamente, preserva 80% da biodiversidade do planeta. Na prática, a iniciativa coloca a Suíça entre os poucos países que apostam em diplomacia cultural e científica como ferramenta de impacto climático. Em Belém, a mensagem suíça é clara: soluções duradouras surgem quando o mundo escuta aqueles que carregam, na própria existência, a memória e a prática da preservação.</p>
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		<item>
		<title>Europa reforça agenda climática com foco em metano</title>
		<link>https://walk4good.com.br/europa-reforca-agenda-climatica-com-foco-em-metano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[robertabenamor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Nov 2025 17:32:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agenda Climática]]></category>
		<category><![CDATA[COP 30]]></category>
		<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[União Europeia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A COP30 entra na segunda e decisiva semana em Belém com a promessa de avanços concretos nas negociações climáticas, marcada pela chegada de representantes da União Europeia dispostos a pressionar por ações mais ambiciosas no cumprimento do Acordo de Paris. Após uma primeira fase de debates técnicos, a conferência climática da ONU assume agora caráter [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A COP30 entra na segunda e decisiva semana em Belém com a promessa de avanços concretos nas negociações climáticas, marcada pela chegada de representantes da União Europeia dispostos a pressionar por ações mais ambiciosas no cumprimento do Acordo de Paris.</p>
<p>Após uma primeira fase de debates técnicos, a conferência climática da ONU assume agora caráter mais político, com a participação ativa do Comissário Europeu para o Clima trabalhando junto à Presidência do Conselho da UE e aos Estados-membros para garantir progressos nas metas climáticas globais.</p>
<p>A agenda europeia começou nesta segunda-feira com a apresentação do <a href="https://wedocs.unep.org/handle/20.500.11822/48921">Relatório Global sobre a Situação do Metano</a>, produzido pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente e pela Coalizão pelo Clima e Ar Limpo. O documento traz uma avaliação abrangente sobre os esforços para reduzir este gás de efeito estufa, que responde por quase um terço do aquecimento global atual.</p>
<p>O relatório revela progressos desde o lançamento do Compromisso Global sobre o Metano em 2021, mas as emissões seguem em alta. Projeções para 2030 mostraram melhora em relação a estimativas anteriores, resultado de novas regulamentações na Europa e América do Norte sobre gestão de resíduos e do crescimento mais lento do mercado de gás natural entre 2020 e 2024.</p>
<p>As Contribuições Nacionalmente Determinadas e os Planos de Ação Nacionais para o Metano apresentados até meados de 2025 podem resultar em redução de 8% até 2030 comparado aos níveis de 2020. Se plenamente implementadas, essas medidas representariam a maior e mais sustentada redução de emissões de metano da história. Porém, para atingir a meta do Compromisso Global de reduzir 30% até 2030, será necessária a implementação total das reduções tecnicamente viáveis em escala global.</p>
<p>O relatório destaca que mais de 80% do potencial de redução de emissões para 2030 pode ser alcançado a baixo custo. O setor energético oferece 72% do potencial total de mitigação, seguido por resíduos (18%) e agricultura (10%). A implementação integral dessas medidas poderia evitar mais de 180 mil mortes prematuras e 19 milhões de toneladas de perdas de safra anualmente até 2030.</p>
<p>Dan Jørgensen, Comissário Europeu para a Energia e Habitação, afirmou que o Compromisso Global sobre Metano transformou ambição em progresso tangível. “Nossa tarefa agora é ampliar rapidamente essas soluções, trabalhando juntos para manter 1,5°C ao nosso alcance e garantir um futuro mais saudável para nosso povo e nosso planeta”, disse.</p>
<p>A União Europeia também trabalha na consolidação de seu plano de Contribuição Nacionalmente Determinada, que estabelece redução das emissões de gases de efeito estufa entre 66,25% e 72,5% até 2035 em relação aos níveis de 1990. A meta foi aprovada pelo Conselho da UE no início de novembro, após maratona de negociações em Bruxelas.</p>
<p>O novo compromisso reforça objetivos anteriores do bloco europeu: redução de 55% até 2030, 90% até 2040 e neutralidade carbônica em 2050. Segundo o Conselho da UE, o plano acelera a transição para uma economia descarbonizada e fortalece o papel europeu no combate global às mudanças climáticas.</p>
<p>O documento enfatiza o compromisso da UE em tornar o setor energético predominantemente livre de combustíveis fósseis bem antes de 2050, reconhecendo a importância da eliminação progressiva global desses combustíveis. Para isso, o bloco admite a necessidade de utilizar todas as tecnologias disponíveis para reduzir emissões nos setores de difícil descarbonização.</p>
<p>Inger Andersen, subsecretária-geral da ONU e diretora-executiva do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, reforçou que reduzir as emissões de metano é uma das medidas mais imediatas e eficazes para desacelerar a crise climática e proteger a saúde humana. “A redução do metano também diminui as perdas nas colheitas, essenciais tanto para a produtividade agrícola quanto para a segurança alimentar”, afirmou.</p>
<p>A conferência climática segue até 21 de novembro, com os próximos cinco anos sendo considerados decisivos para determinar se o mundo aproveitará a oportunidade de promover ar mais limpo, economias mais fortes e clima mais seguro para as gerações futuras.</p>
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		<title>Casa Brasil é lançada em Belém com foco em negócios sustentáveis na COP30</title>
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		<dc:creator><![CDATA[robertabenamor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Nov 2025 19:07:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agenda Climática]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Evento marca início da agenda oficial do Sebrae Nacional e reforça o papel das empresas brasileiras na transição verde; Ciro Dias Reis, CEO da Imagem Corporativa, destacou a importância da comunicação estratégica para o posicionamento global do Brasil Belém (PA) – A inauguração da Casa Brasil Belém 2025, realizada nesta quarta-feira (5), marcou oficialmente o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Evento marca início da agenda oficial do Sebrae Nacional e reforça o papel das empresas brasileiras na transição verde; Ciro Dias Reis, CEO da Imagem Corporativa, destacou a importância da comunicação estratégica para o posicionamento global do Brasil</em></p>
<p>Belém (PA) – A inauguração da Casa Brasil Belém 2025, realizada nesta quarta-feira (5), marcou oficialmente o início da programação do Sebrae na COP30. O espaço, apresentado pelo Sebrae Pará e instalado na capital paraense, consolida-se como vitrine do país para o mundo, reunindo experiências, produtos e iniciativas que expressam o potencial econômico e sustentável do Brasil.</p>
<p>Durante a cerimônia, o presidente do Sebrae Nacional, Décio Lima, afirmou que o Brasil chega à COP30 com a força de quem aposta na inovação e nos pequenos negócios como eixo da transição verde e inclusiva. “O Sebrae está aqui para mostrar que o Brasil tem no pequeno negócio o maior aliado na construção de um futuro sustentável”, disse. Ao lado dele estavam o ministro do Turismo, Celso Sabino, e o superintendente do Sebrae Pará, Rubens Magno, que destacaram o impacto do turismo e da economia criativa na geração de empregos e renda.</p>
<p>Entre os convidados, o CEO da Imagem Corporativa, <a href="https://www.linkedin.com/in/cirodiasreis/">Ciro Dias Reis,</a> ressaltou o papel da comunicação corporativa e institucional na consolidação da imagem do Brasil como potência sustentável. “A presença do Brasil na COP30 é também uma oportunidade de fortalecer sua reputação global. O mundo quer ouvir histórias de inovação, de empresas que unem propósito e resultado e o Sebrae está abrindo esse caminho na Amazônia”, afirmou.</p>
<p>Com 2,5 mil metros quadrados, a Casa Brasil é um dos espaços mais esperados da conferência e será aberta ao público a partir desta quinta-feira (6). A estrutura foi pensada para oferecer experiências imersivas, exposições e painéis sobre transição energética, bioeconomia, empreendedorismo e turismo sustentável. O ambiente é também um palco para rodadas de negócios e parcerias entre empresas, investidores e governos.</p>
<p>O lançamento da Casa Brasil ocorre em um momento simbólico para o país, que busca reafirmar seu protagonismo na economia verde. Além do espaço principal, o Sebrae inaugurou a En-Zone, hub de 4,6 mil m² dedicado à bioeconomia e ao empreendedorismo sustentável, com restaurantes, lojas e espaços de convivência que valorizam a produção amazônica.</p>
<div id="attachment_2117" style="width: 1034px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-2117" class="wp-image-2117 size-large" src="https://walk4good.com.br/wp-content/uploads/2025/11/CASA-BRASIL-SEBRAE2-1024x576.jpeg" alt="" width="1024" height="576" srcset="https://walk4good.com.br/wp-content/uploads/2025/11/CASA-BRASIL-SEBRAE2-1024x576.jpeg 1024w, https://walk4good.com.br/wp-content/uploads/2025/11/CASA-BRASIL-SEBRAE2-300x169.jpeg 300w, https://walk4good.com.br/wp-content/uploads/2025/11/CASA-BRASIL-SEBRAE2-768x432.jpeg 768w, https://walk4good.com.br/wp-content/uploads/2025/11/CASA-BRASIL-SEBRAE2-1536x864.jpeg 1536w, https://walk4good.com.br/wp-content/uploads/2025/11/CASA-BRASIL-SEBRAE2-545x307.jpeg 545w, https://walk4good.com.br/wp-content/uploads/2025/11/CASA-BRASIL-SEBRAE2-660x371.jpeg 660w, https://walk4good.com.br/wp-content/uploads/2025/11/CASA-BRASIL-SEBRAE2.jpeg 1600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-2117" class="wp-caption-text">Ciro Dias na Casa Brasil</p></div>
<p>Segundo Ciro Dias Reis, o fortalecimento da presença brasileira em eventos internacionais exige coerência entre discurso e prática. “Não basta apenas participar das discussões climáticas é preciso comunicar resultados, mostrar que sustentabilidade é um ativo real da nossa economia. A Casa Brasil é um exemplo de branding de país bem executado”, observou.</p>
<p>A<a href="https://sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/cop30"> programação</a> do Sebrae durante a COP30 se estende até o dia 21 de novembro, com atividades na Green Zone, painéis temáticos, encontros bilaterais e o estande imersivo de 400 m², que promete ser um dos pontos de destaque da conferência.</p>
<p>Mais do que uma instalação temporária, a Casa Brasil se afirma como símbolo da nova diplomacia econômica do país: colaborativa, inovadora e orientada por propósito. Um espaço em que o Brasil se apresenta não apenas como detentor de uma das maiores biodiversidades do planeta, mas também como marca global de sustentabilidade, empreendedorismo e comunicação estratégica.</p>
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		<title>PNUD lança nova campanha para combater a desinformação climática</title>
		<link>https://walk4good.com.br/pnud-lanca-nova-campanha-para-combater-a-desinformacao-climatica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[robertabenamor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Oct 2025 21:17:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agenda Climática]]></category>
		<category><![CDATA[COP 30]]></category>
		<category><![CDATA[agenda climática]]></category>
		<category><![CDATA[CP30]]></category>
		<category><![CDATA[Nações Unidas]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) está lançando a #ClimateCounts (“O Clima Conta”) que busca contar a história das mudanças climáticas por meio de números e inspirar a ação com base em fatos.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) está lançando a #ClimateCounts (“O Clima Conta”) que busca contar a história das mudanças climáticas por meio de números e inspirar a ação com base em fatos.<br />
<a href="https://walk4good.com.br/?attachment_id=2104"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-2104" src="https://walk4good.com.br/wp-content/uploads/2025/10/climate-counts_01-240x300.jpg" alt="" width="514" height="643" srcset="https://walk4good.com.br/wp-content/uploads/2025/10/climate-counts_01-240x300.jpg 240w, https://walk4good.com.br/wp-content/uploads/2025/10/climate-counts_01-819x1024.jpg 819w, https://walk4good.com.br/wp-content/uploads/2025/10/climate-counts_01-768x960.jpg 768w, https://walk4good.com.br/wp-content/uploads/2025/10/climate-counts_01-250x312.jpg 250w, https://walk4good.com.br/wp-content/uploads/2025/10/climate-counts_01-528x660.jpg 528w, https://walk4good.com.br/wp-content/uploads/2025/10/climate-counts_01.jpg 1080w" sizes="(max-width: 514px) 100vw, 514px" /></a>A #ClimateCounts apresentará 30 fatos sobre o clima, cada um acompanhado de um visual de impacto, projetado para tornar as mudanças climáticas algo pessoal, de fácil compreensão e urgente.</p>
<p>A campanha faz parte dos esforços do PNUD para aumentar a conscientização e mobilizar comunidades antes da Conferência do Clima, a COP30, em Belém, de 10 a 21 de novembro. Este ano marca também o 10º aniversário do Acordo de Paris – marco significativo para a ação climática.</p>
<p>“À medida que o mundo se aproxima da COP30 e os países apresentam novas metas no âmbito do Acordo de Paris, a mensagem é clara: não temos tempo a perder”, afirma Cassie Flynn, diretora global de Mudanças Climáticas do PNUD. “Este é o momento de transformar planos em progresso. A #ClimateCounts destaca 30 fatos de peso, mostrando que uma ação climática ousada pode impulsionar a prosperidade, resiliência e justiça – e reafirmando que o que é bom para o planeta, é bom para as pessoas.”</p>
<p>Com o aumento da desinformação e da má informação sobre o clima, a #ClimateCounts também busca promover o letramento climático, capacitando indivíduos e comunidades a agir e exigir ações climáticas mais ambiciosas. O engajamento dos cidadãos é crucial, já que os países se preparam para apresentar e implementar seus planos climáticos nacionais atualizados, as chamadas Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs), com novas metas no âmbito do Acordo de Paris.</p>
<p>Para promover a campanha, Embaixadores da Boa Vontade do PNUD e jovens campeões do clima ajudarão a compartilhar esses fatos globalmente. A campanha estará inicialmente disponível em inglês, francês, espanhol e português, com mais idiomas sendo adicionados posteriormente.</p>
<p>A #ClimateCounts se baseia no amplo trabalho do PNUD em ação climática e ciência baseada em evidências. Por meio da Climate Promise (“Promessa Climática), o maior portfólio climático das Nações Unidas, o PNUD apoia mais de 140 países com mais de US$ 2,45 bilhões em financiamento por meio de subsídios. Esse trabalho se apoia na expertise do PNUD em adaptação, mitigação, mercados de carbono, clima e florestas, riscos climáticos e segurança, além de estratégias e políticas climáticas.</p>
<p>Conheça mais sobre a campanha e o pocketbook com os 30 fatos sobre as mudanças climáticas <a href="https://climatepromise.undp.org/research-and-reports/climate-counts-pocketbook">clicando aqui</a>.</p>
<p><strong>Sobre o PNUD</strong></p>
<p>O PNUD é a principal entidade das Nações Unidas no combate às injustiças da pobreza, desigualdade e mudanças climáticas. Trabalhando com ampla rede de especialistas e parceiros em 170 países, o PNUD apoia as nações na construção de soluções integradas e duradouras para as pessoas e o planeta.</p>
<p>Como o maior portfólio do sistema ONU de apoio à ação climática, a Climate Promise (Promessa Climática) do PNUD é beneficia diretamente 37 milhões de pessoas.</p>
<p><strong>Mais informações</strong></p>
<p>Luciano Milhomem<br />
<a href="mailto:Luciano.milhomem@undp.org">Luciano.milhomem@undp.org</a><br />
Telefone: (61) 98324-9725</p>
<p>Vanessa Ramalho, Imagem Corporativa<br />
<a href="mailto:vanessa.ramalho@iccom.com.br">vanessa.ramalho@iccom.com.br</a><br />
Telefone: (11) 3526-4500</p>
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